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Baderna promovida pelo PT em Brasília foi criada para dar cobertura ao golpe contra as dez medidas, revela reportagem


Os atos de vandalismo organizados pelo PT em frente ao Congresso nacional na última semana foram coordenados por entidades controladas pelo partido, como a CUT, MTST, e UNE com o propósito de dar cobertura aos deputados petistas que participaram da manobra que mutilou o projeto das dez medidas contra a corrupção no plenário da Câmara.

Segundo reportagem publicada no Jornal Opção, baseada em matéria do jornalista Claudio Humberto, do site Diário do Poder, os atos violentos que tinham como justificativa um protesto contra a votação da PEC 55 no Senado serviram de fachada para cobrir a votação, na Câmara dos Deputados, do projeto das dez medidas proposto pelo Ministério Publico Federal.

Segundo fontes ligadas ao PT, o partido usou a proposta de emenda constitucional de modo político para atacar o governo Temer. Ninguém de fato tinha grande interesse na votação e todos sabiam que a PEC seria aprovada no Senado. A grande preocupação do partido era com a votação das dez medidas na Câmara, esta sim, tinha o poder de devastar o partido. Daí os "investimentos" altos para promover os atos no dia da votação, explicou a fonte.

A manobra de mutilação das dez medidas e o projeto que criminaliza juízes e promotores foi alinhavada entre o deputado Vicente Cândido (PT-SP) e o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, na noute anterior. Estavam todos cientes de que haveria tumulto em frente ao Congresso, o que desviaria o foco da imprensa para a votação da PEC no Senado. O acidente com o avião da equipe da Chapecoense foi um "bonus" extra que serviu para ajudar a encobrir a o que ficou conhecido como o "Golpe da Madrugada", aprovado por 312 parlamentares na calada da noite. Rodrigo Maia já havia combinado uma manobra similar com o presidente do Senado, Renan Calheiros, para o dia seguinte.

Acompanhe um trecho da publicação do Jornal Opção abaixo:

"Alguma dúvida de que essas manifestações são arquitetadas pelo PT e seu aliados?
Pois dirigentes do partido foram flagrados acompanhando e dando instruções a militantes, durante o badernaço na terça-feira. Conforme reportagem do site Diário do Poder, dirigido pelo jornalista Cláudio Hum­berto, servidores do Ministério das Relações Exteriores flagraram em seu estacionamento, a poucos metros da arruaça, um desses grupos de dirigentes petistas supostamente envolvidos.

“Foi fotografado em um desses grupos o ex-deputado e presidente do PT no Distrito Federal, Roberto Policarpo, que ganha a vida como sindicalista do setor público, dos mais beneficiados pelos gastos sem limites de governos petistas.

“A suspeita é que grande parte dos manifestantes recebeu cachê de entidades organizadoras, como CUT, que também distribuiu lanches em vias paralelas à Esplanada dos Ministérios, onde começou a arruaça.

“No vandalismo criminoso, o prédio do Ministério da Educação foi um dos mais atingidos: um grupo de bandidos invadiu o prédio, quebrou vidraças, câmeras de segurança, computadores, caixas eletrônicos, divisórias etc, provocando pânico entre funcionários.”

O site publica uma foto do ex-deputado e sindicalista no estacionamento de um ministério, no momento da baderna. A resposta de Policarpo é que sua participação no ato, que considerou pacífico, foi apenas de apoio. “Só estávamos lá para apoiar o protesto contra a PEC (dos Gastos) e a reforma do Ensino Médio”, tentou justificar o deputado petista.

O ex-deputado federal disse que estava longe do ponto onde iniciou-se a confusão que culminou com sete ministérios e caixas eletrônicos depredados, além de cerca de dez carros virados, saqueados, destruídos e incendiados ao longo da Esplanada dos Ministérios.
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