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Washington Post compara Dilma a uma tragédia ao especular sobre eventual desastre de Donald Trump


O jornal americano Washington Post publicou nesta quinta-feira, 24, uma análise sobre os eventuais riscos para a economia americana sob a gestão do presidente eleito Donald Trump e comparou sue perfil ao de  "líderes populistas do exterior" especialmente as de Dilma Rousseff.

Segundo a publicação, na pior das hipóteses, o magnata poderia levar os Estados Unidos a uma ruína econômica similar a  já experimentada por outro país americano: o Brasil sob o governo Dilma. Esta foi a conclusão do artigo do jornalista Max Ehrenfreund publicado no jornal Washington Post.

Entre as similaridades, o artigo lista as promessas de Trump de restringir importações e cortar
impostos para grandes empresas, e diz que Dilma fez o mesmo no Brasil ao conceder subsídios a
setores produtivos. Também cita que a ex-­presidente cassada anunciou US$ 64 bilhões em investimentos em infraestrutura, mas que dependiam de parcerias com o setor privado, algo pouco factível e bem parecido com o que a equipe econômica de Trump propôs há alguns dias.
O artigo lembra o desastra da administração da petista desequilibrada, que levou o país a ruína. Segundo a publicação, a economia brasileira cresceu a uma taxa de 7,5% em 2010, antes da posse de
Dilma, sustentada pela onda das commodities supervalorizadas, cuja exportação financiou a "agenda populista" de seu antecessor, o ex-presidente Lula, atualmente envolvido em centenas de casos de corrupção.

Dilma manteve as mesmas ações, concedendo subsídios e crédito via BNDES a grandes empresas, o que contribuiu para elevar o déficit nas contas públicas. A queda no preço das commodities piorou o cenário, que levou à perda do grau de investimento do país.

O jornalista cita a economista brasileira Monica de Bolle, para quem as políticas de incentivo a
grandes empresas tiveram mais impacto na economia do que as ações de redução da pobreza. "O
fato é que o governo Dilma foi muito mais generoso com os ricos do que com os pobres", opinou a economista, confirmando que esta postura é muito parecida com a de Trump.

Mas o autor do artigo destaca que a tragédia causada por Dilma na economia brasileira não teria os mesmos impactos na economia dos EUA, que é mais a prova de lambaças. Os mesmos erros de Dilma seriam melhor absorvidos, pois a economia local é mais diversificada e menos dependente de exportações do que a brasileira.

Além disso, destaca o artigo realçando ainda mais a irresponsabilidade de Dilma, a confiança dos investidores nos papéis americanos é sólida, o que permitiria a Trump se financiar com a emissão de títulos públicos sem forçar uma alta nos juros. O novo presidente teria, portanto, margem para ampliar os gastos sem estragar as contas públicas.

Max Ehrenfreund faz um alerta sobre a gestão temerária e totalmente tresloucada de Dilma. "Embora haja diversas diferenças importantes entre as economias do Brasil e dos EUA, as políticas de Dilma Rousseff oferecem, sem dúvida, um alerta para os para republicanos recém empoderados em
Washington", conclui o jornalista.

Se a maior economia do mundo balançaria com tantos erros, que dirá o Brasil. Os 12 milhões de desempregados que o digam.

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