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Você sabia que os comunistas mataram negros na África do Sul? A Revolta Vermelha foi a mãe do Apartheid


Os comunistas mataram milhares de negros na África do Sul. É isso mesmo que você leu. Comunistas brancos assassinaram negros em sua própria terra, em nome de uma política de dominação orquestrada pela Comitê Central do Partido Comunista em Moscou, e promoveram uma campanha de ódio contra os negros intitulada "Trabalhadores de todo o mundo, uni-vos por uma África do Sul Branca". O Manifesto Comunista, orientou a "revolta vermelha", um movimento grevista selvagem dos operários brancos das minas sul-africanas que exigiam o fim da contratação de mineiros negros.

Como se pode ver, o desejo de dominação e ódio dos comunistas não está restrito ao ataque as elites, mas contra qualquer força que contrarie seus interesses. A conversa é sempre a mesma e envolve discursos que exploram temáticas como  revolução "nacional-popular" contra as oligarquias, o imperialismo e o autoritarismo, passando por reivindicações menos imediatas, aspectos como a perseguição e prisão de opositores, controle dos meios de comunicação, abolição da dívida externa, a reforma agrária, o estabelecimento de um governo de base popular - em outras palavras, uma revolução "nacional-libertadora", que, embora estabelecida por um movimento organizado, não se propõe a ultrapassar o quadro da ordem social burguesa.


A Revolta Vermelha foi um levante armado de mineiros brancos comunistas contra a contratação de trabalhadores mestiços e pretos, ocorrido na África do Sul, a partir 1922. O movimento foi liderado pelo Partido Comunista da África do Sul (Communist Party of South Africa - CPSA), filiado ao Comintern russo. Devido à queda no preço do ouro, as companhias mineradoras sul-africanas decidiram reduzir o número de empregados e as barreiras raciais que vedavam a pretos e mestiços, que recebiam menor remuneração, ocupar cargos reservados a brancos.

Com o sugestivo slogan Trabalhadores de todo o mundo, uni-vos por uma África do Sul Branca, A revolta teve início em 28 de dezembro de 1921 com uma greve que logo se tornou um movimento aberto contra o Estado. Trabalhadores brancos comunistas armados levaram o movimento às cidades de Benoni, Brakpan e Joanesburgo e se autodenominavam como reds (vermelhos).

O Partido Comunista da África do Sul era composto somente por brancos e tinha por lema "Trabalhadores do mundo uni-vos e lutai por uma África do Sul branca!" ("Workers of the world, unite and fight for a white South Africa"). Durante a revolta foram realizados diversos ataques comunistas a pretos e mestiços.

Este movimento liderado pelos comunistas na África resultaria num dos regimes mais cruéis de que se tem notícia na história do continente. O apartheid, que significa "separação") foi um regime de segregação racial adotado de 1948 a 1994 pelos sucessivos governos do Partido Nacional na África do Sul, no qual os direitos da maioria dos habitantes foram cerceados pelo governo formado pela minoria branca.

A nova legislação idealizada pelos comunistas dividia os habitantes em grupos raciais "negros", "brancos", "de cor" e "indianos", segregando as áreas residenciais através de remoções forçadas. A partir de finais da década de 1970, os negros foram privados de sua cidadania, tornando-se legalmente cidadãos inferiores. Nessa altura, o governo já havia segregado a saúde, a educação e outros serviços públicos, fornecendo aos negros serviços inferiores aos dos brancos.
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