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Temer demite sindicalista, biógrafo de Lula e mais 90 protegidos do PT. Todos recebiam uma bolada sem precisar trabalhar



O governo Temer providenciou a demissão de dois protegidos do ex-presidente Lula que foram nomeados pela ex-presidente Dilma para cargos no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o famoso Conselhão.

Na faxina, o escritor e biógrafo de Lula Fernando Morais  e o sindicalista Rafael Marques perderam suas boquinhas como "conselheiros" e já foram inclusive informados sobre suas "demissões". Os dois foram definidos pelo Decreto 8.887, de 24 de outubro. No mesmo decreto, outros 90 membros remanescentes do governo Dilma foram demitidos. A turminha recebia uma bolada em salários, mas pratica

Rafael Marques, que havia entrado no CDES em janeiro, a convite de Dilma, publicou na rede social Facebook sua "carta de demissão", assinada pela secretária do Conselho, Patricia Audi. Segundo a correspondência, não foi possível confirmar a presença do sindicalista "dada a necessidade de diversificar o debate".

"A questão que se coloca não é a minha saída. Eu estava disposto a continuar discutindo o Brasil, tentando defender a pauta dos trabalhadores mesmo no âmbito de um governo com perfil totalmente oposto ao que acreditamos", escreveu Rafael. "Mas consideraria natural uma renovação de lideranças, caso estivesse saindo para alternar espaço com outros representantes de movimentos sociais e sindicais. Só que, ao que tudo indica, não é isso que vai acontecer. O espaço destinado às lideranças identificadas com a classe trabalhadora só vai diminuir, na mesma medida em que avançam nesse governo as investidas contra os direitos trabalhistas e sociais", acrescentou.

Na semana passada, o escritor Fernando Morais,  também confirmou ter recebido "um telefonema de uma senhora do Palácio do Planalto" informando sobre sua exclusão do Conselho, para o qual também havia sido nomeado por Dilma. "Será que essa gente imaginava que eu permaneceria no conselho de um governo espúrio e golpista como o do Temer?", reagiu o biógrafo de Lula que estava recebendo seus salários regularmente.

Pelas novas regras, também muda a periodicidade das reuniões e ninguém mais vai receber sem trabalhar, como era antes. Até então, o Conselhão realizava reuniões ordinárias a cada dois meses ou em caráter extraordinária sempre que convocado por seu presidente ou pela maioria de seus membros. 
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