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Sobe para R$ 3,3 bilhões o prejuízo da União, pagos a 874 mil fraudadores do Bolsa Família de Dilma, segundo MPF


As últimas eleições municipais serviram para comprovar a gigantesca fraude que vinha ocorrendo na concessão de milhares de benefícios do programa Bolsa Família ao longo dos governos do PT de Lula e Dilma. Muitos beneficiários do programa fizeram doações vultuosas para as campanhas de candidatos dos partidos de esquerda.

O Tribunal Superior Eleitoral, TSE, forneceu os dados dos "doadores" para o governo, que promoveu a suspensão e o bloqueio de quase um milhão de benefícios. O TCU e outros órgãos de controle também realizaram o cruzamento dos cadastros e foram encontrados milhões de fraudes na concessão dos benefícios.

Há pouco mais de uma semana, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) informou que determinou o cancelamento de 469 mil dos benefícios do Bolsa Família, após ter detectado irregularidades em 1,1 milhão dos repasses. Nos outros 654 mil casos em que foram encontradas irregularidades, o governo determinou a suspensão dos pagamentos até que sejam esclarecidos eventuais erros no cadastro dos beneficiários. Apenas nestes casos, o governo federal pode economizar cerca de R$ 2,1 bilhões no próximo ano.

Nesta sexta-feira, 11, foi divulgado um levantamento do Ministério Público Federal (MPF) que encontrou mais de 874 mil beneficiários do programa Bolsa Família suspeitos de receberem repasses dos recursos de forma indevida. O TCU já havia produzido um relatório que apontava para prejuízos na ordem de R$ 2.6 bilhões.

Mas de acordo com o levantamento do MPF, os repasse irregulares a fraudadores alcançam a monstruosa cifra de R$ 3,3 bilhões, no intervalo entre o início de 2013 e maio deste ano, quando a ex-presidente Dilma Rousseff foi afastada pela Câmara dos Deputados.  (leia o levantamento completo aqui).

Segundo apontou o levantamento do MPF, o programa estava infestado de grupos de beneficiários com indicativos de renda incompatíveis com o perfil de pobreza exigido pelas normas do programa.
Para chegar ao número, o MPF analisou as bases de dados, que foram cruzados com os dados fornecidas pelo próprio governo federal, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pela Receita Federal e pelos Tribunais de Contas estaduais e municipais.

Entre essas pessoas que receberam repasses sem se enquadrarem nas normas do Bolsa Família estão empresários; mortos; servidores públicos com famílias de até quatro pessoas; doadores de campanha; e servidores doadores de campanha (independentemente do número de pessoas na família). O MPF revelou que os repasses suspeitos a beneficiários do Bolsa Família foram identificados em 5.540 cidades do país, o que equivale a 99,4% do total de municípios brasileiros.

(leia o levantamento completo aqui).
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