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Reação da sociedade com a prisão de Sérgio Cabral foi apenas uma amostra para Lula.


A última semana foi marcada pela prisão de dois ex-governadores do estado do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho e Sérgio Cabral. A reação da sociedade diante da mudança de paradigma com a prisão de dois ex-chefes de cargos executivos atesta a importância que a população tem dado ao combate a corrupção no país em todos os níveis da administração pública.

Diferentemente de um ministro, parlamentar ou burocrata, os desmandos cometidos por chefes de cargos executivos como prefeitos, governadores e presidentes da República impactam mais a população. Mesmo apesar da decisão de reverter a prisão de Garotinho para o regime domiciliar, as comemorações e a forte repercussão nacional através da imprensa e das redes sociais com a prisão dos dois políticos cariocas serviram como uma pequena amostra para o ex-presidente Lula. Ao contrários dos dois políticos presos, que prejudicaram sobretudo os moradores do Rio, A eventual prisão de Lula causará uma comoção nacional, considerando que 90% dos brasileiros aguardam ansiosamente por este momento.

O procurador da República Deltan Dallagnol, da força-tarefa da Lava Jato, comentou a reação da sociedade após a prisão de um dos ex-governadores do Rio durante entrevista ao Estadão. Incansável na guerra contra os malfeitos, ele disse que a prisão do ex-governador Sérgio Cabral, do PMDB, ‘é mais um sinal de que a Lava Jato é apartidária’.

“Todos que integram o time da Lava Jato (procuradores, delegados federais, auditores da Receita e outros profissionais dessas instituições) não têm qualquer vinculação político-partidária nessa história”, afirmou.

Deltan disse que ‘a sociedade sentiu uma espécie de catarse’ com a prisão do peemedebista.

Catarse é um estado de celebração, de alegria por alcançar a libertação de algum mal. É o momento da expulsão ou purgação do que é estranho à essência ou à natureza de um ser, o livramento daquilo que o corrompe. A catarse da sociedade com a prisão de Cabral foi apenas um aperitivo do que acontecerá após a prisão de Lula. Vai ter carnaval.

O PT tem tentado sondar os movimentos sociais e sindicais controlados pelo partido, no sentido de promover uma grande mobilização durante a eventual prisão de Lula, mas muitos não parecem dispostos a vestir vermelho e enfrentar milhões de brasileiros de verde e amarelo nas ruas.
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