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Quando Fidel deu golpe, Cuba tinha sistema educacional invejável e era o 5º país do mundo em nº de TVs por domicílio


O ditador Fidel Castro foi o líder de um movimento armado e guerrilheiro responsável pela destituição do também ditador Fulgencio Batista de Cuba no dia 1 de janeiro de 1959. Ao assumir o comando da ilha, Fidel encontrou um país próspero, dotado de infraestrutura invejável, indústria bem desenvolvida, agricultura competitiva e eficiente, além de um dos mais altos índices de desenvolvimento humano de toda a América Latina. 

Cuba contava com ótima estrutura urbana e estradas modernas que cortavam toda a ilha. As cidades do interior também eram bem desenvolvidas e contavam com todos os requisitos fundamentais ao bem estar social.

Naquele ano, Cuba era o quinto país do mundo em número de aparelhos de TV por domicílio e o oitavo em número de veículos por habitantes, ficando a frente de muitos países europeus e até mesmo do Canadá. 

O sistema de ensino em Cuba também ocupava uma posição de destaque entre os países desenvolvidos e tinha mais de 98% das crianças em idade escolar matriculadas e frequentando as escolas em toda a ilha. Os primeiros investimentos de Fidel em escolas ocorreram apenas nos anos 70.

O sistema de saúde também era considerado de excelência e o número de médicos era duas vezes superior ao indicado pela Organização Mundial de Saúde. O já tradicional sistema de saúde cubano passou a enfrentar problemas na área justamente após o golpe de Fidel. 

O ditador reduziu drasticamente os salários dos profissionais de saúde e ordenou transferências de forma vertical, sem negociar com a classe médica. Nos dois primeiros anos após o golpe, cerca de 50% dos médicos deixaram o país. A crise no sistema se agravou ainda mais nos anos seguintes, o que forçou Fidel a criar três centros de ensino Pra formar mais médicos. 

A geração que testemunhou a ruína econômica e social da ilha logo sucumbiu em meio a propaganda castrista. Fidel era promovido como o pai dos pobres, que se tornaram cada vez mais pobres com o passar dos anos. A propaganda da revolução contrastava com a falência da indústria, da agricultura e do comércio, que passou a enfrentar a escassez de toda sorte de bens de consumo, desde alimentos até produtos industrializados. O populismo iconográfico castrista foi implantado de forma sistemática. A fórmula de que uma mentira repetida milhares de vezes se torna verdade foi aplicada à exaustão sobre a população cubana.

Resumindo, Fidel brecou o ritmo de desenvolvimento do país, que logo se converteu em um retrocesso econômico sem precedentes. Além de destruir a prosperidade dos cidadãos, que assistiram a deterioração de suas conquistas econômicas e sociais, Fidel também lhes tirou a liberdade de expressão e a democracia. 

Lula fez o mesmo no Brasil. Assim que assumiu o poder, passou a propagar a mensagem de que antes dele chegar ao poder, não havia nada no país. Não havia indústria, empregos, escolas, etc. Segundo a propaganda petista, os pobres nunca comeram nada antes da chegada de Lula ao poder. Os pobres não se vestiam, não tinham acesso a energia elétrica, água ou saneamento básico. Quando o PT assumiu o governo em 2003, o Brasil tinha apenas 49,8% dos domicílios atendidos por sistemas de esgoto. Quando o PT foi expulso do governo em 2016, 13 anos depois, o país contava com 51% de redes de esgotos. 13 anos para avançar apenas 1.2% em saneamento básico. Menos de 3% em aumento de rodovias e decréscimo de 43% em ferrovias. 

Assim como Fidel, Lula e o PT entregaram o país pior que encontraram. Fidel morreu. Lula e o PT também morreram. A história vai se encarregar de esclarecer o papel desta gente perante seu povo.


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