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Prazo para Dilma devolver objetos que roubou do Palácio da Alvorada está se esgotando. Não há como evitar vexame


O prazo para que a ex-presidente Dilma Rousseff devolva ao governo os 144 objetos que roubou dos Palácios do Planalto e da Alvorada está se esgotando. A petista retirou os que pertenciam ao acervo da Presidência da República junto com sua mudança para Porto Alegre em quatro caminhões com capacidade de 18 toneladas cada. A petista, que chegou a devolver um tapete que elvou "por engano" do Palácio da Alvorada, levou mais de uma centenas de presentes oficiais para Porto Alegre, mas que deveriam integrar o patrimônio da União. Enfim, os bens públicos voltarão para onde nunca deveriam ter saído.

Dilma tem agora menos de 80 dias para devolver os itens deixaram de ser registrados pelos responsáveis pelo acervo da Presidência que nunca deveriam ter saído do patrimônio da União. Os cargos dos encarregados de zelar pelo patrimônio Público eram ocupados por funcionários coniventes com os governos petistas. Entre os presentes recebidos pela ex-presidente petista, estão obras de arte dignas de museus, valiosas joias e peças decorativas exclusivas. Em 2016, por exemplo, Dilma recebeu uma escultura em bronze do artista plástico italiano Guido Veroi, chamada “Solidariedade e Paz”, com a figura de um anjo. Entre os itens desaparecidos, estão ainda travessas, aparelhos de som, vasos decorativos e até um faqueiro de prata que foi presente da rainha Elizabeth II, da Inglaterra.

Dilma tinha conhecimento sobre o Decreto 4.344/2002, que permite que ex-presidentes carreguem consigo apenas os itens de natureza personalíssima como fotos, diplomas e títulos, ou itens de consumo pessoal, como remédios, trajes e alimentos especiais. A partir destes fatos, é perfeitamente razoável supor que Dilma roubou o patrimônio do povo de caso pensado.

O ministro Walton Alencar Rodrigues, relator da matéria no Tribunal, chegou a afirmar que o desaparecimento dos itens mostra um sistemático desvio do patrimônio público e o retrato da incapacidade de apuração dos fatos. “É como se, a cada dia, no período de 2010 a 2016, incluídos sábados, domingos e feriados, mais de dois itens do patrimônio nacional desaparecessem de dentro da Presidência da República, apesar da fiscalização exercida por inúmeros agentes de segurança”, disse Rodrigues,, ciente que os tais agentes de segurança eram, em sua maioria, pessoas alocadas pelos governos do PT ao longo dos últimos treze anos.
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