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OAB petista tenta defender Luciana Lóssio, a ministra do TSE que libertou Garotinho e ataca juiz que prendeu o ex-governador


O Fantástico divulgou no dia 20 uma gravação em que o nome de Luciana Lóssio, a ministra do TSE que libertou o ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, foi citado em conversas entre o político e seus advogados. Nas conversas, Garotinho deixa claro que é amigo da ministra e que ela já estaria tomando providências para protegê-lo das investigações sobre a investigação em que é alvo envolvendo a compra de votos.

Inconformados com o vazamento que expôs a ministra do TSE, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil informou que vai entrar com uma representação no Conselho Nacional de Justiça contra o juiz Glaucenir Silva de Oliveira, da 100ª Zona Eleitoral de Campos, devido ao vazamento de conversas entre o advogado Jonas Lopes de Carvalho Neto e seu cliente Anthony Garotinho.

"Não se combate um crime com outro crime", afirma o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil ao repudiar o vazamento das conversas, divulgadas pelo programa Fantástico. "Admitir agressão ao direito de defesa, não importa o pretexto, indica retrocesso aos tempos mais sombrios da ditadura militar, quando garantias fundamentais dos cidadãos eram frequentemente violadas", diz trecho da nota assinada pelo Conselho Federal e pelo Colégio de Presidentes de Seccionais da OAB.

Na nota, a própria OAB reconhece que a ministra do TSE pode ter cometido um crime ao destacar que "Não se combate um crime com outro crime". Atual secretário de governo de Campos dos Goytacazes (RJ) — onde sua mulher, Rosinha Garotinho, é prefeita —  Garotinho foi preso sob acusação de fraude em um programa social para comprar votos em favor do candidato de seu grupo político.
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