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O PT e as ameaças de morte contra delatores de Lula e outros membros do partido. A organização criminosa está ativa



A revista ISTOÉ voltou a dar destaque para os casos de ameaças contra delatores da Lava Jato. As tentativas de calar as testemunhas que irão depor contra o ex-presidente Lula e demais membros da organização criminosa montada pelo PT para saquear os cofres públicos não é um assunto novo.

Conforme foi publicado aqui no Imprensa Viva, um dos delatores com maior poder de destruição do ex-presidente Lula confirmou seus pressentimentos de que sua vida estava em risco.  Há duas semanas, o empresário Léo Pinheiro, ex-sócio da OAS,  pediu para continuar preso por razões de segurança. O ex-amigo de Lula confirmou que temia permanecer em liberdade, pois corria  risco de morte em virtude do poder devastador de sua delação.

A solicitação foi feita por seus advogados ao juiz Sergio Moro “tendo em vista o teor bombástico de sua nova delação”. Os defensores de Pinheiro alimentam outro receio: o de que o empreiteiro seja transferido para o Complexo Médico Penal de Pinhais. Entendem que ele não teria garantia de vida no local, mais vulnerável do que a Superintendência da PF no Paraná.

“Seria recomendável a sua manutenção na carceragem da Superintendência Regional da Polícia Federal do Paraná, inclusive para acautelar eventual risco à sua integridade física”, disseram. Um delator clamar para permanecer detido é algo inédito na Lava Jato, mas Pinheiro teme terminar como Celso Daniel, o ex-prefeito de Santo André assassinado com 13 tiros em janeiro de 2002.

A publicação lembra que "O crime teve motivações políticas. Assim como Daniel estava disposto a denunciar um sombrio esquema de desvios de recursos para financiamento de campanhas eleitorais, o que poderia ferir o PT de morte antes mesmo de o partido ascender ao Planalto, Pinheiro pretende apresentar à Lava Jato seu arsenal bélico com potencial para enterrar de vez o lulopetismo, quase 15 anos depois. A nova delação pode ser determinante para a condenação do ex-presidente Lula, hoje réu nos casos do tríplex no Guarujá e do armazenamento de seu acervo num balcão em São Paulo, custeado pela OAS".

O juiz Sérgio Moro concordou com o pedido de Léo Pinheiro e adotou o argumento da ‘prudência’ para manter o empresário na prisão da PF. “Em que pesem os requerimentos da autoridade policial e a posição do Ministério Público, as divulgações, fundadas ou não, da possibilidade de José Adelmário Pinheiro Filho vir a celebrar acordo de colaboração premiada, aliada ao potencial e à extensão das informações que reuniria, recomenda prudência e, por conseguinte, a manutenção dele, no presente momento e para segurança dele, na carceragem da Polícia Federal.”, assinalou Moro.

Além de Léo Pinheiro, outros delatores que oferecem risco ao PT também confirmaram que foram ameaçados. O expediente de ameaçar delatores e seus familiares ocorre com maior frequência do que se imagina. O lobista Fernando Moura, que delatou o ex-ministro José Dirceu na Lava Jato, também não quis pagar para ver até onde PT era capaz de chegar. O delator confirmou que foi ameaçado  “por um homem branco, de 1,85m de altura, aparentando ter uns 40 anos”, que perguntou como estavam seus netos. Segundo Fernando Moura, o próprio Dirceu o ameaçou quando recomendou que ele deixasse o Brasil e desistisse de revelar as transferências de R$ 11,8 milhões em propinas para o ex-ministro. Moura também confirmou que Roberto Marques, ex-assessor de Dirceu, o procurou para alertar sobre as implicações de seu depoimento.

Outros delatores também confirmaram que foram ameaçados de morte, como  Fábio Cleto, vice-presidente da Caixa Econômica Federal (CEF) e o empresário Hermes Freitas Magnus, o homem que deu origem a Lava Jato.

Veja aqui a reportagem da ISTOÉ


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