\imprensa Viva
.

O eleitor que vender seu voto pode ser preso. Político que comprar voto não. Veja como os deputados desafiam a sociedade


Os cerca de 312 deputados cara de pau que participaram golpe contra os interesses da sociedade no avanço do combate a corrupção no início da madrugada desta quarta-feira (30), contém uma série de acintes ao povo.

Os parlamentares simplesmente ignoraram a proposta feita pelo Ministério Público Federal intitulada Dez Medidas Contra a Corrupção, que teve a adesão de mais de 2 milhões de assinaturas e o apoio de toda a sociedade. Os deputados foram sorrateiros e, na calada da noite, retiraram seis das dez medidas sugeridas pelo MPF. Com as alterações, a ideia original do texto foi totalmente danificada, na avaliação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. "As 10 Medidas contra a corrupção não existem mais. O Ministério Público brasileiro não apoia o texto que restou, uma pálida sombra das propostas que nos aproximariam de boas práticas mundiais", criticou o procurador.

Os deputados propuseram absurdos como a criminalização do eleitor pela venda do voto e a  criminalização de juízes e membros do MPF, que agora podem ser presos por investigar políticos, traficantes e chefes de organizações criminosas poderosas como o PT.

De acordo com a vontade dos parlamentares brasileiros, o eleitor que negociar seu voto ou propuser a negociação com candidato ou seu representante em troca de dinheiro ou qualquer outra vantagem estará sujeito a pena de reclusão de 1 a 4 anos e multa. Já o político eleito não sofrerá nenhuma penalidade por contar com a prerrogativa do foro privilegiado.

Juízes e promotores também serão amordaçados e impedidos de agir conforme manda a lei. A principal mudança feita pelos deputados ocorreu por meio de emenda do deputado Weverton Rocha (PDT-MA), aprovada por 313 votos a 132 e 5 abstenções. Ela prevê casos de responsabilização de juízes e de membros do Ministério Público por crimes de abuso de autoridade. Entre os motivos listados está a atuação com motivação político-partidária.

Divulgação de opinião
No caso dos magistrados, também constituirão crimes de responsabilidade proferir julgamento quando, por lei, deva se considerar impedido; e expressar por meios de comunicação opinião sobre processo em julgamento. A pena será de reclusão de seis meses a dois anos e multa.

Qualquer cidadão poderá representar contra magistrado perante o tribunal ao qual está subordinado. Se o Ministério Público não apresentar a ação pública no prazo legal, o lesado pelo ato poderá oferecer queixa subsidiária.O projeto não inibe a ação de Juízes e promotores apenas contra políticos corruptos, mas também com relação a bandidos de toda sorte, como assassinos, traficantes, estelionatários, contrabandistas, estupradores e outros criminosos, que passam a contar com mecanismos capazes de inibir a ação dos aplicadores da lei no Brasil.

Veja AQUI a lista com os nomes dos deputados vagabundos que aprovaram estas barbaridades na calada da noite.
_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget