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Moro vem lutando desde o escândalo do Banestado para mudar o Brasil. O homem que acabou com Lula e o PT, apesar do STF


Desde o início da Operação Lava jato, o juiz federal Sérgio Moro tem sido alvo de ataques de toda sorte por parte do ex-presidente Lula, de seus advogados de defesa, dos blog petistas e dos jornalistas de aluguel a serviço do PT.

Setores da esquerda tentam de todas as formas macular a imagem do magistrado, num esforço inglório para tentar desqualificar sua jornada no combate a corrupção no Brasil e no desmantelamneto de uma gigantesca organização criminosa liderada por Lula e o PT ao longo de quase 14 anos.

Diante da ausência de fatos conretos para atacar o juiz, acusações infundadas de todo tipo foram criadas para tentar desacreditá-lo. Até mesmo gente como o jornalista Reianldo Azevedo, que gozava até pouco tempo de uma relativa reputação na imprensa, aderiram a campanha contra Moro. Já tentaram culpá-lo inclusive pela quebra de empreiteiras, cujos diretores corruptos ajudaram o PT a desviar bilhões dos cofres públicos.

Mas um dos ataques preferidos dos detratores desesperados tem sido acusá-lo de ter sido complacente com os criminosos envolvidos no escândalo do Banestado responsáveia pelas remessas ilegais de divisas, pelo sistema financeiro público brasileiro, para o exterior.

Sobre este assunto, Sérgio Moro já fez um duro desabafo e se queixou da lentidão da justiça no Brasil em um de seus mais contundes despachos da Lava jato. No documento, que se tornou público,,  Moro expressa sua indignação com a morosidade da Justiça do Brasil de forma bastante clara: "Há algo de errado em um sistema criminal que leva tanto tempo para produzir uma condenação definitiva."

O referido despacho trata da execução de pena de prisão para o ex-funcionário do Banco do Estado do Paraná, Aldo de Almeida Júnior, decidida "quase 20 anos desde os crimes" e "quase 12 anos desde a sentença de primeiro grau". O réu foi o principal condenado entre os agentes públicos do banco no mega esquema criminoso do Caso Banestado.

Trata-se de processo relativo a um dos maiores crimes financeiros da história recente do Brasil, com a estruturação de esquema fraudulento de remessa de pelo menos R$ 2.446.609.179,56 nos anos de 1996 a 1997 ao exterior, o que favoreceu criminosos de toda a espécie", resume Moro.

Há quem imagine que Sérgio Moro é um juiz inexperiente no combate à corrupção. O juiz da Lava-Jato conduziu o processo originário do escândalo do Banestado, que apurou fraude bilionária via envio de recursos para fora do País por meio de contas de residentes no exterior (contas CC5. Na denúncia do Ministério Público Federal - recebida pela Justiça Federal, do Paraná, no dia 6 de agosto de 2003 -, 14 ex-funcionários do banco foram acusados por evasão de divisas e formação de quadrilha.

Moro finalmente recebeu do Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para mandar executar a pena prisão de Almeida Junior, após uma novela infindável de "recursos protelatórios". No documento, em tom de desabafo, ele ataca a estratégia da defesa - fruto do sistema de recursos judiciais brasileiro - e as prescrições de penas no caso.

"Diversos dos condenados apresentaram embargos de declaração. Sete conseguiram, pelo tempo transcorrido, que o STJ declarasse, em 19 de março de 2013, extinção da punibilidade pela prescrição das penas. Decisão que livrou sete dos condenados" queixou-se Moro
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