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Marcelo Calero tinha intenção de sabotar governo. Bastava dizer não a Geddel, denunciá-lo e pronto


Antes mesmo de tomar posse como Ministro da Cultura, Marcelo Calero, o queridinho do Antagonista, foi tomar as bençãos com a produtora e presidente da Associação Procure Saber, Paula Lavigne, um reduto de artistas petistas especializados em mamar nas tetas do governo.

 A Associação Procure Saber é aquela que publicou um manifesto exigindo a saída de Temer e o retorno de Dilma e do PT ao poder. Paula Lavigne é ex-esposa de Caetano Veloso, o garoto propaganda do Fora Temer. Paula cuida dos "interesses" de artistas como o próprio Caetano, Erasmo, Arnaldo Antunes, Chico Buarque, entre outros petistas de carteirinha e mamadores profissionais das tetas da Lei Rouanet.

Assim que chegou para a reunião com a toda poderosa Paula Lavigne, Calero fez questão de frisar que estava assumindo uma pasta de um governo "interino" e que estaria disposto a fazer de tudo para manter uma "boa relação" com os artistas de esquerda, com os quais possuía bastante "afinidade".

O problema é que Calero não apenas encontrou dificuldades no Ministério para continuar dando cobertura para os artistas petistas, como também percebeu que não seria capaz de deter o avanço de investigações sobre contratos irregulares da Lei Rouanet.

Ao perceber que não conseguiria atender aos interesses de uma classe artística dominante e bastante influente, e por acreditar estaria se "queimando" por fazer parte governo Temer, Calero resolveu dar um "golpe de mestre", implodindo o próprio cargo.

O ex-ministro se aproveitou do assédio de Geddel para criar uma celeuma em torno de algo que poderia ser resolvido de maneira simples. Bastava dizer não e denunciar Geddel e pronto. Mas este não era o objetivo de Calero.

O jovem ex-ministro é conhecido por sua ambição política desenfreada. Se candidatou ao cargo de deputado pelo PSDB em 2010, mas não se elegeu. Logo, pulou para o PMDB de Sérgio Cabral e Eduardo Paes e conseguiu uma boquinha na Secretaria de Cultura do Rio.

Calero não é diferente dos artistas que transformaram suas ideologias em fonte de lucro. Fica a dica: Desconfie de todo idealista que lucra com seu ideal. Marcelo Calero demonstrou uma profunda falta de caráter ao tentar obter lucro político e posar de honesto. 
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