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Lula não conseguiu intimidar MPF e volta a ser apontado como líder na organização criminosa que assaltou a Petrobras


O ex-presidente Lula não conseguiu intimidar os membros do Ministério Público Federal com sua agressiva campanha de difamação da justiça brasileira, na qual tenta aparecer como vítima do juiz Sérgio Moro e dos procuradores da Operação Lava Jato.

A resposta não poderia ser mais direta. Diante da insistência do petista em tentar desqualificar o trabalho realizado pela força-tarefa baseada em Curitiba, os procuradores voltaram a afirmar que o ex-presidente era mesmo o chefe da quadrilha e que tinha "papel de liderança na organização criminosa" que atuava para desviar recursos da Petrobras.

Os procuradores também lembraram que em casos de corrupção, os acusados fazem de tudo para não deixar rastros e, dessa forma, é preciso analisar o poder dos apontados como líderes, além das provas.

A acusação do Ministério Público Federal (MPF) está em um documento enviado pelos procuradores ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para rebater uma ação disciplinar dos advogados de Lula contra a atuação da força-tarefa. A petição foi anexada na ação penal a que Lula responde na Justiça Federal de Curitiba pela própria defesa do ex-presidente.

De acordo com os procuradores, em casos de corrupção "tudo é feito no mundo das sombras, sem digitais ou recibos de recebimento de propina", fazendo com que não só as provas diretas sejam relevantes.

No documento, a força-tarefa também rebateu críticas da defesa em relação à convocação de uma entrevista coletiva à imprensa para anunciar a denúncia contra Lula. A entrevista, realizada em setembro, chamou a atenção pela apresentação feita por meio de slides de Power Point.

"O que se fez, na verdade, foi simplesmente explicar, de modo detalhado e fiel ao conteúdo da denúncia, o objeto da acusação. A realização de entrevistas coletivas foi implementada para garantir a transparência e cumprir o dever de informar a sociedade em situação em que há grande interesse público", diz o documento.

De acordo com o procurador da República Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa, Lula era o “comandante máximo do esquema de corrupção identificado na Lava Jato”.

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