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Lula já está ciente de que não há futuro para ele no Brasil, exceto a prisão. Petista vive os últimos atos de um triste espetáculo


O ex-presidente Lula não tem como se defender no campo jurídico da maioria das acusações que lhe foram imputadas pelo Ministério Público Federal, MPF. A Lava Jato pegou Lula e ele e seus advogados sabem disso.Cedo ou tarde, o petista será efetivamente condenado e preso. Também não há qualquer dúvida sobre isso, tendo em vista as manifestações recentes do relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, STF, ministro Teori Zavascki e do Procurador-Geral da República, PGR Rodrigo Janot. Lula foi acusado de tentar embaralhar as investigações contra ele e apontado como o chefe da organização criminosa que vitimou a Petrobras.

Isso sem contar os três juízes federais que acolheram denúncias contra o petista, tornando-o réu em três ações na Justiça. Os procuradores do MPF trabalham ainda em mais cinco inquéritos nos quais o ex-presidente Lula é a figura central. As próximas denúncias contra o petista tendem a ser as mais perigosas, completas e irrepreensíveis.

Lula e seus advogados sabem disso tudo e somente alterações profundas no código penal brasileiro seriam capazes de livrá-lo de uma eventual condenação. Diante deste quadro desolador, restam poucas alternativas para o petista.

Uma delas, a menos eficaz, tem sido amplamente explorada por Lula e seus advogados: o teatro no campo político. Lula tenta, sem sucesso, convencer a sociedade que é inocente. O petista tem mobilizado movimentos sociais controlados e agraciados por governos petistas ao longo dos últimos treze anos. Lula tem acionado os sites e jornalistas de aluguel que bancou com dinheiro público ao longo dos últimos treze anos. Lula tem contado com o apoio de artistas, amigos e simpatizantes que se deram bem ao longo dos últimos treze anos de governos do PT.

O objetivo de Lula é demonstrar força política e poder de mobilização social para intimidar as autoridades com a ameaça velada de que haverá badernas, protestos violentos e o recrudescimento do clima de instabilidade política e social no país.

O problema é que o ex-presidente foi conduzido pelas autoridades para um caminho sem volta e Lula já está no meio dele. Não há nenhuma linha na legislação brasileira, seja na constituição ou no código penal, que diga que um ex-líder popular e ex-presidente não possa ser preso por eventuais crimes. A engrenagem da Justiça já foi acionada, sobretudo pelo juiz federal Sérgio Moro, e não há como retroceder neste processo. No que depender da Justiça brasileira, Lula será condenado e preso, junto com seus comparsas da organização criminosa que vitimou o país, através do assalto sucessivo aos cofres públicos, seja por meio da Petrobras, BNDES, Fundos de Pensão ou onde mais houveram crimes comandados por Lula e os integrantes dos governos petistas.

A outra alternativa de Lula seria fugir do país. E ele e seus advogados também estão investindo nesta segunda opção, através das manifestações internacionais e do requerimento ao Setor de Petições, no Escritório do Alto Comissariado dos Direitos Humanos das Nações Unidas em Genebra, Suíça. Lula e seus advogados alegaram que seu cliente está sendo perseguido pela Justiça Brasileira. A defesa de Lula fez o tal requerimento afirmando terem sido violados os artigos do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (ICCPR), ao qual o Brasil aderiu e que foi aprovado pelo Congresso Nacional, através do Decreto Legislativo 311, de 2009.

Esta iniciativa de Lula não tem qualquer efeito prático. Qualquer manifestação da ONU só se dará após o Brasil apresentar os motivos e a documentação que comprova que a constituição e a legislação do país está sendo observada e que Lula tem tido amplo direito de defesa. Uma análise como esta costuma levar cinco anos ou mais para ser concluída, de forma que o petista não possui nada de prático ou imediato para colher com a manobra.

A conclusão é a de que a alegação de perseguição política, inclusive representando ao Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, é apenas uma justificativa para fugir de uma condenação, através de um pedido de asilo político na Embaixada de outro país. É bem provável que Lula já tenha em sua posse algum documento para colocar esta opção em prática.

Mas há ainda um terceiro cenário que Lula e seus simpatizantes não querem nem pensar: um mandado de prisão pode ser expedido a qualquer momento durante o curso das investigações. Neste caso, uma vez preso, o petista pode ser mantido por um bom tempo na prisão e mesmo que tente um acordo de colaboração com a Justiça, não será liberado assim tão facilmente. O caso do ex-presidente da maior empreiteira do país, Marcelo Bahia Odebrecht, é um bom exemplo de como as coisas funcionam hoje em dia. 
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