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Lula em contagem regressiva para vergonha mundial. Moro dá 30 dias para Planalto listar objetos de ouro roubados


O roubo de objetos valiosíssimos do acervo da Presidência da República praticado pelo ex-presidente Lula está prestes a ser revelado ao mundo. Nesta semana, o juiz federal Sérgio Moro tornou pública a decisão em que concedeu trinta dias para que a Comissão Especial da Secretaria de Administração da Presidência da República avalie as os objetos do acervo público que Lula retirou dos Palácios do Planalto e Alvorada e escondeu em um cofre do Banco do Brasil, em São Paulo.

A decisão do magistrado em conceder o prazo é decorrente pedido formulado pelo responsável pela perícia nos objetos apreendidos pela Lava Jato, o secretário de Administração da Secretaria de Governo da Presidência da República, Antonio Carlos Paiva Futuro.

O prazo solicitado tem por objetivo "a conclusão dos trabalhos pela Comissão Especial destinada a averiguar, se e quais objetos depositados pelo ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva em cofre do Banco do Brasil devem ser incorporados ao Patrimônio da Presidência da República".

"Defiro o prazo adicional de 30 dias para a conclusão dos trabalhos, contados do fim do prazo original, findo o qual deverá ser apresentado o relatório final a este Juízo", determinou Moro na decisão de 17 de novembro. Contando da data de hoje, restam apenas 18 dias para que fique caracterizado o roubo, tendo em vista que praticamente todos os 132 objetos de ouro terão que ser devolvidos ao acervo público.

A comissão que avalia os bens é composta por "representantes da Secretaria da Presidência da República, da Secretaria de Controle Interno da Diretoria de Documentação Histórica DDH do Gabinete Pessoal no âmbito da Presidência da República, e ulteriormente do Tribunal de Contas da União, TCU e do Instituto Brasileiro de Museu Ibram".

Um estudo do TCU já apontou que Lula surrupiou os objetos que, por força de lei, pertenciam ao patrimônio público. Lula sabia que poderia levar consigo apenas objetos de uso estritamente pessoais, como pijamas, remédios, fotos e documentos.

Os objetos que presentou chefes de Estado foram feitos em nome do Brasil e comprados com dinheiro do contribuinte. Logo, os objetos que recebeu em troca foram incorporados ao patrimônio do povo.

A Polícia Federal encontrou em um cofre no Banco do Brasil em São Paulo uma grande quantidade de objetos valiosíssimos que o ex-presidente chamou de "tralhas".  A PF encontrou coroas de ouro, moedas, espadas e adagas de ouro cravejadas de pedras preciosas, canetas de ouro e outros objetos de valor inestimável que estavam escondidos no banco desde 2011, sem custo, segundo informou o gerente da agência na ocasião.

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