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Geddel se ferrou. Justiça Federal suspende obras e da comercialização de seu espigão.


O ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, se ferrou. O peemedebista foi acusado de pressionar o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, para que intercedesse a seu favor junto ao  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan, órgão vinculado à Cultura. Geddel fez pressão  para que Calero desembargasse uma obra em um prédio Salvador, onde tinha comprado um apartamento.

Geddel comprou uma unidade no 23º andar do edifício La Vue Ladeira da Barra, com previsão de 30 andares, mas a obra foi embargada pela excessiva altura do empreendimento, que compromete a visibilidade de, pelo menos, três bens tombados na capital baiana: A Igreja de Santo Antônio, o Outeiro de Santo Antônio e o Forte de Santa Maria. O órgão ligado a pasta de Calero limitou a obra para a construção de no máximo 13 andares.

Geddel estava inconformado com o embargo do Iphan e pressionou Calero de todas as formas para que resolvesse logo seu "problema" dando a ordem para a liberação do empreendimento.

Por não concordar com a pressão,  então ministro da Cultura, o diplomata Marcelo Calero, pediu demissão do cargo de forma irrevogável e expressou toda sua indignação com o caso através de uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Após derrubar um colega e ser exposto publicamente pelo suposto crime de prevaricação, Geddel sofreu mais uma derrota nesta quarta-feira, 23. A Justiça Federal acolheu pedido do MPF e determinou a suspensão imediata das obras e da comercialização das unidades do empreendimento La Vue Ladeira da Barra, em Salvador (BA), sob pena de multa diária de R$10 mil.

Chora, Geddel. 
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