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Fernando Pimentel, investigado por crime de corrupção e lavagem de dinheiro, é intimado pelo MPF a depor na Acrônimo


O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), foi intimado pelo Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal intimou nesta terça-feira (29), a depor sobre inquérito civil que investiga a participação do petista em crime de improbidade administrativa - ato ilegal cometido por agente público, no âmbito da Operação Acrônimo, realizada pela Polícia Federal. A investigação conduzida pela PF apura crimes de favorecimento ou fraude em contratos firmados na época que Pimentel era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Pimentel já é réu no Superior Tribunal de Justiça., no âmbito criminal. O governador foi denunciado pelo MPF na Operação Acrônimo sob suspeita de ter solicitado e recebido vantagem indevida para atender a interesses do grupo privado Caoa na época em que era ministro do governo Dilma, de quem é amigo desde a adolescência. O envolvimento de Pimentel nos crimes foi revelado na delação premiada de Benedito Oliveira, o Bené, que confirmou que o valor da propina recebida pelo petista foi de R$ 20 milhões. Pimentel foi indiciado duas vezes na Operação Acrônimo com o aval do ministro Herman Benjamin.

Ainda segundo as investigações conduzidas pela Polícia Federal, Pimentel também estaria envolvido em outros crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O petista recebeu propina de R$ 15 milhões para facilitar a liberação de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a projetos da Odebrecht no exterior entre 2012 e 2014. Esta denúncia, que faz parte do inquérito criminal, já foi aceita pelo Superior Tribunal de Justiça. 
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