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Dilma aparenta certo desequilíbrio e leva uma vida solitária, melancólica e medíocre


A Folha publicou nesta terça-feira, 01, uma entrevista bastante reveladora com a ex-presidente Dilma Roussef. A publicação esteve em seu Apartamento em Porto Alegre a registrou aspectos do cotidiano da ex-toda poderosa moradora do Palácio da Alvorada, que e leva atualmente uma vida solitária, melancólica e medíocre. A reportagem também revelou uma Dilma perturbada e distante da realidade.

Dilma vive sozinha em um apartamento de cerca de 70 metros quadrados e tem como única companhia uma diarista que atende pelo nome de dona Vera. A petista vive cercada de livros e tem se dedicado a leitura. A certa altura da entrevista, Dilma faz uma observação sobre seus hábitos literários:

"Eu queria escrever um romance policial. Gosto muito. Li muito", diz, contemplando exemplares de sua coleção.

 Em outro momento, a petista atende o telefone e é possível ouvir sua conversa: "Tá ótimo, tá ótimo", responde apressadamente, e devolve o aparelho à base.

Era uma ligação de telemarketing. O atendente da operadora quer saber se a cliente aprova o serviço –pela conversa, não parece saber de quem se trata do outro lado da linha.

Dilma comentou com o repórter: "Às vezes eu finjo ser outra pessoa. Às vezes eu sou a Janete". E sorri, como quem se diverte com a rotina de enganar telefonistas.

Dona Vera sobe com duas xícaras de café. Não há móvel para apará-las. Dilma faz um outro comentário sobre a ausência de uma mesa no local.

"Estou pensando em trazer uma mesinha da casa da minha mãe, no Rio. Se tiver 60 centímetros de altura, os Correios transportam por um preço bom", comenta.

Não é estranho morar aqui depois de viver no Alvorada?, pergunta a reportagem.

"Não. O Lula até me disse: 'para que você precisa de um lugar grande? Fica num pequeno mesmo'".

Depois diz que se habitua a tudo. E faz planos de cultivar uma horta na ampla –e vazia– área externa do segundo andar. Ali, não há muita privacidade. Há um prédio logo ao lado e outro ainda em construção.

Como está depois de tudo?

"Estou bem. Não aguento a infelicidade", retruca.

Vai ficar em Porto Alegre mesmo? Não fica muito sozinha por aqui?

"Vou ficar, sim", afirma, e conta que, nos fins de semana, visita o ex-marido Carlos Araújo, os dois netos e, vez ou outra, um par de amigos.

Das visitas que recebe, a melhor de todas é a de Gabriel, o neto mais velho, que passa umas duas horas por fim de semana na casa da avó. Ele desenha e vê desenhos na TV.

Dilma não parece ter engrenado na vida social. Não vai ao teatro e ao cinema, programas que sempre se ressentiu de não fazer nos tempos de mandatária. Também não sai para jantar ou almoçar fora.

"Eu tenho 68 anos. E não tem tido nada que eu esteja querendo ver por aqui."

Dilma abandou o projeto de um livro sobre seu anos de Presidência e não fala muito de projetos futuros. Fala menos ainda de política, como se tomasse relativa distância para colocar as coisas no lugar.

Dona Vera serve o segundo café, mas só para a reportagem. "Já estou ficando com enjoo", diz Dilma.

Por volta das 18h, quando dona Vera começa a rondar meio sem motivo a sala do andar de cima, a patroa intervém. "A senhora está querendo ir, né, dona Vera?".

A funcionária responde com uma pergunta. "A senhora ainda vai precisar de mim?"

Dilma também confirma não ter receio hostilizada em público quando a reportagem da Folha indaga se ela tem medo pegar avião comercial, mas tem evitado viajar sempre que possível: "Disso? O que eu posso fazer, não ir? Não fico traumatizada."

Dilma parece alheia a sua responsabilidade pelo descontentamento da sociedade em relação ao seu partido e se diz preocupada com a onda "antipetismo".

Quase no fim da conversa, Dilma Rousseff pergunta: "Será que eles podem ler livros lá na prisão?" - pergunta a petista, sem se referir  claramente sobre os colegas detidos pela operação Lava Jato.

O que mais chama a atenção na entrevista é a falta de capacidade de Dilma de contribuir para a matéria com alguma frase ou raciocínio pertinente. Torna-se até difícil acreditar que uma pessoa com a mente tão desarticulada tenha um dia ocupado a Presidência da República.

Leia AQUI a entrevista completa
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