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Dias Toffoli cai no relatório da Polícia Federal. O petista do STF é suspeito de dar cobertura a amigo de Lula preso


O ministro do Supremo Tribunal Federal, STF, Dias Toffoli, anda sumido desde que foi citado pelo delato da Lava Jato e amigo de Lula, Léo Pinheiro.  O petista de carteirinha foi citado em um relatório da Polícia Federal, mas contou com a blindagem do ex-procurador-geral da República, rodrigo Janot.

O silêncio de Toffoli é compreensível. O acordo de delação de Léo Pinheiro está sendo finalmente negociado pela nova chefe da PGR, Raquel Dodge.

No relatório da PF na Lava Jato, Toffoli é apontado n por sua relação de subserviência aos interesses de outros corrupto amigo do ex-presidente Lula, o pecuarista José Carlos Bumlai,  preso na Operação Passe Livre, 21.ª fase da Lava Jato, em 24 de novembro de 2015, condenado a 9 anos e 10 meses de prisão por gestão fraudulenta de instituição financeira e corrupção.

A Polícia Federal afirma no relatório que Bumlai detinha influência ‘na Suprema Corte, na pessoa do ministro Dias Toffoli’, vice-presidente da Corte máxima. O documento, subscrito pelo agente da PF Antonio Chaves Garcia, foi encaminhado ao delegado Filipe Hille Pace e anexado aos autos da Lava Jato.

A PF chegou a esta conclusão após analise do material apreendido em endereço do economista Maurício Bumlai, filho do pecuarista. No HD, os agentes acharam ‘alguns contatos’ de ex-ministros do Governo Lula ligados a números de telefone. A PF destacou ainda, no documento de 12 páginas, o telefone da Granja do Torto e nomes com quem supostamente Bumlai mantinha contatos, como os ex-ministros José Dirceu e Gilberto Carvalho.

“Insta mencionar que a família Bumlai, em razão dos contatos encontrados, detinha uma influência política muito grande durante o período em que Partido dos Trabalhadores (PT) estava no poder. A influência não era somente em agentes políticos da Administração Pública (Poder Executivo), mas também na Suprema Corte, na pessoa do Ministro Dias Toffoli”, diz o agente, às páginas 10 e 11.
Toffoli foi advogado-geral da União de 2007 a 2009, no segundo governo Lula. Chegou ao Supremo, por indicação do petista, em 23 de outubro de 2009.

Entre 2014 e 2016, ele acumulou a função de ministro do Supremo com a de presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

Antes de assumir a cadeira na Corte máxima, Toffoli advogou para as campanhas presidenciais de Lula em 1998, 2002 e 2006.

“Chama atenção o contato do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que foi advogado do Partido dos Trabalhadores (PT) e indicado para o STF no Governo Lula”, ressalta o documento.
O relatório da Polícia Federal aponta que o objetivo na análise era buscar documentos, arquivos, planilhas, notas fiscais, e-mails, troca de mensagens e outros dados julgados úteis, que possuam algum relevo para a investigação.


“Diante do exposto, a pesquisa realizada no material disponibilizado à equipe de análise, antes da conclusão das investigações, não pode ser considerada exaustiva, ficando a cargo da Autoridade Policial solicitar novas pesquisas, caso entenda necessário, bem como a avaliação acerca da eventual existência de empecilho jurídico/legal ou comprometimento de posteriores diligências relacionadas ao fornecimento das informações apresentadas neste relatório.”

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