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Deputados esperaram a madrugada para destruir relatório das medidas contra a corrupção. Apenas duas ficaram inteiras


De modo covarde, o plenário da Câmara dos Deputados aguardaram a madrugada para aplicar um golpe vergonhoso que descaracterizou completamente o relatório de medidas de combate à corrupção.

 Nada menos que 312 deputados do  PT, PP, PMDB, PSDB, DEM, PROS e PHS, num ardil imoral, retiraram do texto propostas cruciais para o combate à corrupção no Brasil, como mencionou matéria do O GLOBO.

De forma covarde, os parlamentares suprimiram avanços importantes, tais como a "criminalização do enriquecimento ilícito, a criação do figura do 'reportante do bem' - que recebe recompensa por denunciar ilegalidades, o aumento do prazo de prescrição dos crimes e passar a contá-lo a partir do oferecimento da denúncia e não do seu recebimento, excluiu o acordo penal - onde a sanção possa ser negociada e aceita pelo autor do crime - e tira todas as regras sobre celebração de acordo leniência. Os parlamentares ainda incluíram no projeto a tipificação do crime de abuso de autoridade para magistrados e integrantes do Ministério Público".

Apenas duas das das dez medidas originais apresentadas pelo Ministério Público sobreviveram a sabotagem dos congressistas - criminalização do caixa dois e o artigo que exige que os tribunais de Justiça e o Ministério Público divulguem informações sobre tempo de tramitação de processos e que se identifiquem as razões da demora de julgá-los.

Além de destruir 8 medidas, os parlamentares incluíram a maior ameaça à Lava Jato, com a inclusão da possibilidade de imputação de crime de abuso de autoridade contra juízes e membros do Ministério Público Federal, MPF, por cumprirem com sua funções sociais. 
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