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Coordenador do PT é contra assumir crimes e sugere que quem optar por este caminho que deixe o partido



O racha no PT começa a gerar os primeiros conflitos internos. Enquanto uma parte do partido defende que a legenda e seus membros envolvidos em esquemas de corrupção assumam seus erros históricos, outra corrente segue a orientação do ex-presidente Lula, de continuar negando tudo, por mais consistentes que sejam as evidências e provas.

Há poucos dias, o vereador eleito por São Paulo, Eduardo Suplicy, publicou um vídeo em seu perfil no Facebook sugerindo que o partido faça uma autocrítica e que quem cometeu crimes envolvendo desvio de dinheiro público, que assuma seus erros. Veja a matéria AQUI

Logo em seguida, foi a vez do ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que em entrevista ao Estado publicada na última quinta-feira, 3, defendeu que o partido assuma a responsabilidade por crimes cometidos por petistas em nome do partido, mas que os integrantes do PT que desviaram dinheiro em proveito próprio sejam apontados publicamente. Veja a matéria AQUI

A reação do dirigente petista Francisco Rocha, o Rochinha, coordenador nacional da corrente majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB), foi imediata. O pupilo de Lula recomendou que os descontentes deveriam deixar PT.

“Não é o Tarso que mudou para o Rio de Janeiro para construir uma alternativa de esquerda? Ele acha que é o único limpo no PT, mas não é. Os que não estiverem contentes que saiam do PT, e saia com tempo porque a Marta Suplicy (PMDB) saiu e se ferrou, a Marina Silva (Rede) saiu e se ferrou”, disse Rochinha, como se outros petistas estivessem se dando muito bem ultimamente.

Rochina apontou ainda a conivência de Tarso Genro, que sempre conviveu com a cultura da corrupção no partido, mas se recusa a dar nomes aos bois: “Por que ele mesmo não aponta os nomes? Ele foi ministro da Justiça e deve saber. Se ele tem provas de que alguém desviou para si próprio que aponte os nomes. Se tiver provas eu mesmo peço uma Comissão de Ética e ponho para fora”, reagiu Rochinha.

Mas nem todos no partido concordam com Rochinha e Lula. Um grupo de dirigentes do PT liderados pelo secretário nacional de Formação da partido, Carlos Árabe, estão descontentes com os rumos do PT. O dirigente já deu início a um movimento que pode resultar na expulsão do ex-presidente Lula num futuro próximo. Setores do partido começaram a exigir de forma mais enfática que a legenda cumpra o que está escrito em seu código de ética e comece logo a expulsar os filiados ao partido condenados pela Justiça. Lula é réu em três ações na Justiça e alvo de pelo menos outros cinco inquéritos.

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