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Vem ai o colapso do sistema político. Odebrecht entregou para a Lava Jato o backup do sistema Drousys, a besta do apocalipse das própinas



O sistema Drousys reunia uma base de dados para gerenciar o departamento de propinas da Odebrecht através de operações da intranet, uma rede privada, cujo banco de dados era hospedado em dois servidores privados, sendo um na Suíça e outro no Brasil.

O Drousys, um sistema totalmente dedicado a operações criminosas, ficou conhecido como o "Departamentos de Operações Estruturadas" da empreiteira e era através deste sistema sofisticadíssimo que o executivo Marcelo Odebrecht controlava o fluxo de propina para centenas de políticos.

Para a Odebrecht, o sistema Drousys tornava mais segura a comunicação do departamento de propinas. Todos os pedidos de entrega de dinheiro trafegavam através desse sistema. Todos os usuários possuíam um login próprio, que escondia sua identidade. Os operadores financeiros também possuíam logins próprios. Também salienta a PF: “Em algum momento em 2015, o sistema foi terminado, em clara tentativa de destruir evidências relativas aos ilícitos perpetrados pelo Setor de Operações Estruturadas”.

A empreiteira havia destruído os arquivos no servidor no Brasil, mas mantinha outro sistema na Suíça contendo as centenas de planilhas onde estão detalhados repasses de propinas a políticos de vários partidos.  Todo este material se encontra agora em poder da Lava Jato, que poderá analisar as centenas de planilhas, algumas com saldo de mais de R$ 60 milhões. Através do backup do sistema entregue pela empreiteira, será possível identificar todos os codinomes utilizados por Marcelo Odebrecht para se referir aos recebedores das propinas.


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