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Valor de mercado da Petrobras saltou de R$ 67 bilhões para R$ 242 bilhões após saída de Dilma e do PT do governo


Embora nem todos os brasileiros vejam o presidente Michel Temer com bons olhos, principalmente os simpatizantes da esquerda, pelo menos no que diz respeito aos rumos da economia, ele tem se saído muito melhor que sua antecessora.

A queda na cotação do dólar, dos juros e da inflação são apenas alguns indicadores do mercado de que a atual administração possui maior credibilidade que a anterior. Simpatias à parte, o que é melhor para o Brasil é também melhor para o povo, de maneira geral, independente de quem governa, seja do partido A ou B.

A Petrobras estava quase falida quando Temer assumiu o governo. Após o assalto praticado pelo PT na estatal, muitos analistas do mercado não acreditavam em uma recuperação da companhia num curto espaço de tempo. Outra parcela significativa do mercado apostava num quadro ainda mais aterrador.

Mas a partir do momento em que Temer assumiu o comando do governo e fez alterações pontuais na economia e no comando da estatal, a Petrobras assumiu uma forte trajetória de recuperação. No ano, as ações preferenciais da companhia subiram mais de 160%. O valor de mercado da empresa saltou de R$ 49 bilhões para R$ 242 bilhões.

Esse movimento de alta, segundo especialistas, teve como ponto de virada a mudança na política macroeconômica. A chegada de Pedro Parente à presidência da petrolífera, com a implementação de uma nova governança e de uma nova estratégia de mercado também mudou o cenário para a companhia.

José Matias-Pereira, professor de economia da Universidade de Brasília (UnB), explicou que a empresa veio de um modelo de governança que levou a “um processo de exaustão da companhia”.

“Agora temos uma pessoa com perfil técnico”, observou. “Do outro lado tem um cenário que contribui para isso, com um governo disposto a cumprir contratos. A soma de tudo isso é mais credibilidade”, argumentou.

Preço de combustíveis

Ele ainda ponderou que a estratégia de deixar os preços dos combustíveis livres, para flutuar de acordo com o mercado, é uma sinalização importante para os investidores, o que contribui para a recuperação da empresa.

Para Eduardo Velho, economista-chefe da INVX Global Partners, a Petrobras é a porta de entrada do investidor estrangeiro. A companhia, em função disso, funciona como um termômetro para a economia brasileira.

“Essa reversão foi puxada por uma perspectiva de mudança na política macroeconômica”, explicou o economista. “Em um segundo momento, a entrada do Pedro Parente na presidência da empresa continuou a impulsionar essa recuperação”, afirmou.

A perspectiva de que o País vai reorganizar as contas públicas, principalmente depois da proposta que cria um limite para a expansão dos gastos públicos, também colaborou para que as ações da Petrobras voltassem a ganhar impulso.

Mas não foi apenas a Petrobras que apresentou sinais de recuperação após a saída do PT do governo. A Bovespa cravou a terceira semana seguida de ganhos, em meio ao otimismo com o cenário político local, aos ganhos da mineradora Vale e à ampliação de ganhos da Petrobras, após melhora do rating da estatal pela agência de classificação de risco Moody's, neste mês de outubro.

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