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Tereza Campello, a mulher do tesoureiro do PT preso que roubava aposentados para bancar mulata, critica governo Temer


A ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, fez nesta quarta-feira, 26, duras críticas contra PEC 241, aprovada em segundo turno pela Câmara na noite do dia anterior.

"A chance de o Brasil voltar ao Mapa da Fome é enorme", afirmou Campello em entrevista à revista Carta Capital. "É o enterro do que a Constituição estabeleceu como perspectiva para a política social no Brasil. No caso da assistência social, chegaremos, na melhor das hipóteses, com recursos que nós tínhamos no início dos anos 1990. É um retrocesso muito grande, considerando o quanto pudemos avançar nesse período", afirmou a petista.

Tereza fez coro com a cartilha da esquerda que prega o caos em praticamente todos os cenários do governo Temer. A petista defende o descontrole dos gastos do governo, pois isso permite a abertura de portas e janelas da administração pública para o aparelhamento. A PEC 241 limita os gastos do governo e impede que funcionários públicos, incluindo militares e juízes, pressionem para conseguir aumentos salarias acima da inflação.

Apesar das críticas ao governo, Tereza não mencionou uma só palavra sobre seu marido, o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, preso no âmbito da Operação Custo Brasil da Polícia Federal. O marido de Tereza participou do esquema no Ministério do Planejamento ao lado do ex-ministro Paulo Bernardo, o marido da Senadora Gleisi Hoffmann, em um esquema de desvios de dinheiro de aposentados e pensionistas endividados.

O marido de Tereza usava parta da propina que recebia para bancar uma mulata, rainha de bateria de escola de samba. Sobre o assunto, a petista não falou nada.

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