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Temer quebra as pernas do MST.



O governo Temer está providenciando medidas que vão tirar do Movimento dos Sem Terra, MST, uma série de prerrogativas responsáveis pela manutenção do grupo e de seus líderes. O pacote de medidas que prepara ajustes nos modelos de vitrines sociais exploradas pelo PT ao longo dos últimos treze anos deve ter um impacto imediato no movimento.  O objetivo do novo governo é desconstruir o discurso de que a gestão peemedebista representaria um retrocesso e oferecer avanços significativos na gestão dos programas sociais sob o ponto de vista do beneficiário e não de um partido.

Na prática, Temer vai esvaziar o MST por meio de uma reforma agrária, que consistirá, basicamente, na aceleração de emissão de títulos de propriedades e na transferência para as prefeituras da função de escolher os assentados que os receberão. Atualmente, esse papel é basicamente do MST e uma reforma agrária, por incrível que pareça, é tudo que o grupo liderado por João Pedro Stédile não quer.


As mudanças serão benéficas para as famílias e mortais para os controladores do movimento. A organização praticamente acaba quando perder a única prerrogativa que justifica a sua existência, que é o direito de selecionar as famílias que poderão se beneficiar de projetos envolvendo a reforma agrária e a concessão de terrenos do governo.
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