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Temer assumiu um país com 12 milhões de desempregados e está se saindo bem superando a caos deixado por Dilma


Apesar dos erros, o presidente interino Michel Temer está se saindo melhor que a encomenda. Em poco mais de 4 meses, já tomou medidas revolucionárias em relação aos governos anteriores. Cortou mais de 10 mil cargos comissionados, vetou a pegadinha do congresso que criaria mais 14 mil postos na administração pública e não criou nenhum cargo desde que assumiu.

Temer usou pulso firme e vetou o aumento dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal, STF, cortou ministérios, descontingenciou gastos que Dilma havia "represado" para pagar juros aos bancos e investiu em áreas como a educação. Reajustou benefícios sociais que estavam sem aumento há mais de dois anos e garantiu o aumento de investimentos em educação em cerca de R$ 6 bilhões para o próximo ano. Temer não hesitou em checar irregularidades no governo, como a concessão de benefícios, bloqueio de empréstimos e de verbas milionárias que Dilma liberou para blogs petistas no apagar das luzes.

Devolveu aos militares atribuições legítimas retiradas de forma arbitrária por Dilma e elevou os gastos com segurança e com o programa de vigilância das fronteiras do país, visando diminuir a entrada de armas, drogas e contrabando.

Com os ajustes na economia, conseguiu evitar o aumento de juros ou criar novos impostos, uma solução apontada por Dilma como inevitável, durante entrevista poucos dias antes de ter sido afastada. Conseguiu derrubar a cotação do dólar em mais de 20% e reduziu a inflação. em setembro, a taxa ficou em apenas 0,08%, informou nesta sexta-feira o IBGE. Esta é a menos taxa para o mês desde 1998,

Ainda visando evitar o aumento de juros e a criação de impostos, Temer executou dívidas bilionárias de empreiteiras investigadas na Lava Jato, coisa que Dilma vinha evitando a todo custo, já que era beneficiária de repasses de propina da maioria das empresas investigadas, segundo o Ministério Público Federal.

Somente da Odebrecht, Dilma se beneficiou de mais de R$ 110 milhões, valor confirmado pela empreiteira, que foi repassado João Santana e Mônica Moura, os marqueteiros de campanha da presidente afastada.

No jogo político que está em curso, Temer reconhece que deve reservar medidas mais amargas que deverão ser adotadas posteriormente à votação do processo de impeachment no Senado, que deverá confirmar a cassação definitiva do mandato de Dilma. Apesar de fazer parte do jogo, onde obviamente visa garantir que conseguirá governar o país até 2018, Temer é franco e admite que planeja adotar medidas mais amargas apenas após a definição do cenário político.

Apesar de um Congresso podre, de ter membros de seu próprio partido envolvidos em esquemas de corrupção, Temer é um dos maiores especialistas em constituição do país, conhece à fundo as regras do jogo, tem anos de vida pública,  é capaz de articular apoio político sem precisar recorrer a acordos espúrios e pagamentos de propina para conseguir aprovar projetos de interesse do país. Ao contrário do PT, que só conseguia aprovar algo mediante repasses de dinheiro do contribuinte, desviado da Petrobras e de outras obras federais.

As deficiências do governo Temer são bem conhecidas. Todas herdadas de 13 anos de governos do PT, Além da grave crise econômica, do rombo nas contas públicas, dos 12 milhões de desempregados e de um sistema político totalmente corrupto. Temer sofre ainda com a sabotagem de setores petistas da administração pública e é alvo da imprensa mantida por mais de uma década com dinheiro do contribuinte.

Temer tem feito avanços significativos em poucos meses à frente do governo. Os números da inflação, da cotação do dólar, estável desde maio e a perspectiva de baixar os juros são feitos considerados pouco prováveis antes de assumir a Presidência.

No caso da Petrobras, uma recuperação extraordinária em tempo recorde. Os papéis, que chegaram a valer R$ 4,20 no começo deste ano, agora estão cotados a R$ 14,8. Mas a maior valorização ainda está por vir. A gestão da Petrobras terá mais espaço para reconstruir a empresa.

Após conseguir a aprovação em primeiro turno na Câmara dos Deputados da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto para os gastos públicos, o presidente Michel Temer afirmou nesta terça-feira (11) que ainda serão necessários “sacrifícios” para a reunificação e pacificação nacional diante de um cenário de crise econômica.

Em quase 50 anos de vida pública, como servidor e como político, Temer ainda é um dos poucos políticos brasileiros contra quem não pesa nenhuma denúncia de corrupção. Foi apenas citado em uma delação suspeita do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, que curiosamente não denunciou ninguém do PT. Logo após o impeachment, Machado recuou em sua delação e não falou mais no assunto.

Por outro lado, o PT dominou os órgãos de inteligência por mais de treze anos e caso tivesse alguma "bala de prata" contra Temer, já a teria usado. Ao contrário de outros membros de seu partido, como Sarney, Lobão, Renan e Cunha, jucá e outros, Temer é, ao que parece, um dos únicos que conseguiu preservar certa dignidade.

Ainda é cedo para começar a criticar Temer. Apesar de não ter sido eleito, Temer caiu do céu. O Brasil não passaria por tantas mudanças em tão pouco tempo, caso o vice de Dilma fosse o Mercadante, o Jaques Wagner ou o Edinho Silva, todos alvos de inquéritos que investigam vários crimes envolvendo recebimento de propina.

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