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Sérgio Moro desafia cinismo de Lula e Paulo Okamotto: Os dez contâineres de Lula não devem conter apenas cartas


O juiz federal Sérgio Moro desafiou o cinismo do ex-presidente Lula e do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto. O magistrado refutou a versão alegada pelos dois de que os 10 contêineres apreendidos por ordem de Moro usados por Lula e pagos pela OAS contenham apenas "cartas" enviadas pelo povo ao ex-presidente. O conteúdo dos outros 4 contêineres foram enviados ao sítio em Atibaia e outra parte, a que continha joias, itens de ouro e objetos de arte que Lula roubou do acervo da Presidência foram escondidos em um cofre do Banco do Brasil em São Paulo. Estes itens também foram lacrados por ordem do juiz Moro.

Ninguém gastaria um milhão e trezentos mil reais para guardar apenas cartas. Sérgio Moro provocou a defesa do ex-presidente Lula em uma peça encaminhada a um desembargador do Tribunal Regional Federal.

Na peça, Moro explica a necessidade de abertura de uma investigação para apurar por que a OAS bancou aluguéis de contêineres para o ex-presidente Lula. "Os dez contêineres apreendidos não devem conter apenas as 400.000 mil cartas enviadas pelo povo brasileiro", detonou Moro. Em sua defesa, Okamoto considera "normal" empresas pagarem despesas de ex-presidentes, mas não esclarece se considera normal o fato da empreiteira esconder ocultar a manobra.

O desespero de Lula e Okamotto quanto ao conteúdo dos contêineres já chegou ao extremo. A defesa de Paulo Okamotto chegou a protocolar uma petição ao juiz Sergio Moro solicitando o deslacre do acervo do ex-presidente Lula. O advogado Fernando Fernandes alegou que os dez contêineres e as 400 mil cartas endereçadas ao petista integram o patrimônio cultural brasileiro e devem ser liberadas para fins de visitação pública.

“O objetivo de lacrar e apreender parte do arquivo é impedir que o público conheça a história e tentar apagar a memória do presidente operário. Só faltam mandar salgar o solo da casa, como fizeram com Tiradentes”, afirma Fernandes em sua petição, que visava a liberação dos contêineres, que ficaram cinco anos escondidos, sem que houvesse uma vistoria prévia de seus conteúdos pelas autoridades.

O próprio Okamotto até concordou em ser o bode expiatório de Lula neste episódio e afirmou que não se arrepende da decisão de pedir ajuda para a empreiteira. “Eu realmente pedi para a OAS, se isso for um crime então você me diga qual é a pena que sou obrigado a cumprir. Eu sempre disse que pedi apoio à OAS”, Admitiu Okamotto. Assim como José Dirceu, demonstra que está disposto a cumprir pena no lugar de Lula

Lula e Okamotto serão desmascarados em breve.


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