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Renan Calheiros teme acordo de delação do diretor da Polícia do Senado, preso durante a Operação Métis, da PF


O presidente do Senado, Renan Calheiros, está desesperado diante da possibilidade de que seu pau-mandado, o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho, detido em outra operação, batizada de Métis, na sexta (21), faça um acordo de delação premiada.

Durante seu depoimento de cerca de duas horas à Polícia Federal desta segunda-feira, 24, o diretor da Polícia do Senado afirmou que o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) solicitou aos policiais legislativos que fizessem uma varredura na sua residência oficial, em Brasília. Carvalho no entanto, não quis informar de quem partiu a ordem.  Disse apenas que "recebia ordens de cima".

A investigação conduzida pela Polícia Federal com autorização do juiz  Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, apura possível tentativa de obstrução das investigações da Lava Jato por meio de varreduras ilegais realizadas por policiais do Senado fora da Casa.

Segundo relatos,  o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho está assustado diante da possibilidade de pegar uma pena muito longa por possíveis crimes que tenha cometido por ordem de Renan. O risco de um eventual acordo de delação é motivo de preocupação para o presidente do Senado. Renan perdeu o controle nesta segunda-feira, 24, durante entrevistas coletiva, quando chamou o juiz Vallisney de Souza Oliveira de "juizeco" e o Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes de "chefete de polícia".

As duas autoridades não quiseram comentar as ofensas do presidente do Senado. Isto é um péssimo sinal.



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