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PT jamais vai se livrar da marca de partido corrupto. Não adianta tapar o sol com a peneira


O PT é um partido morto. Não é partido ferido, anêmico ou doente terminal. O PT é um partido morto. As conversas sobre a reformulação do legenda são pura perda de tempo. Após se ver envolvido no maior esquema de corrupção da história do país, o partido passou a ser identificado como uma organização criminosa pela maior parte da população brasileira. Lula matou o partido, graças à sua ganância e seu obstinado plano de poder financiado pela corrupção.

Toda a cúpula do partido está envolvida até o pescoço com os crimes de corrupção no governo nos últimos treze anos. O PT é a parte central do chamado "quadrilhão" que forma a organização criminosa que vitimou a Petrobras e tem nada menos que 12 nomes históricos investigados, além daqueles que já foram presos na Operação Lava Jato.

O líder máximo e fundador do partido, o ex-presidente Lula, já se tornou réu em três inquéritos criminais, além de outros cinco inquéritos em curso. Lula, assim como todos os nomes históricos do PT estarão presos em poucos meses e não vai sobrar praticamente nenhum membro com credibilidade na legenda.

A convicção de que o PT e seus integrantes são corruptos e coniventes com práticas criminosas é compartilhada por pelo menos 80% da população brasileira. Isto significa, de modo geral, que qualquer cidadão que venha a lançar alguma candidatura pelo partido no futuro terá 80% menos chances de se eleger. Este fenômeno pôde ser observado nestas eleições municipais de 2016, na qual o partido perdeu 84% do seu poder de influência nos municípios brasileiros. Tendo em vista esta realidade, dificilmente o partido conseguirá alcançar alguma representatividade nos próximos anos.

A maior parte da população tem a convicção de que o PT é um partido essencialmente corrupto. Esta convicção irá se fortalecer ainda mais, na medida em que novos membros do partido venham a ser presos e novos escândalos sobre corrupção sejam revelados no decorrer das investigações envolvendo nomes da legenda. Até mesmo os formadores de opinião, como alguns jornalistas, artistas e pessoas públicas, se veem em uma situação delicada e já não demonstram mais boa vontade em defender o partido publicamente. Alguns defensores do partido pregam que a legenda deve renascer a partir do trabalho junto aos jovens. Quando usam o termo "renascer", significa que estão admitindo que o partido já morreu.

Um dos poucos nomes do partido que ainda não se viu envolvido em esquemas de corrupção,  ex-ministro Tarso Genro, afirmou esta semana que o PT precisa ter humildade, evitar o discurso de vítima e fazer mudanças radicais de métodos e de direção.

Segundo Genro, "O PT sofreu um isolamento na sociedade, e isso foi bem explorado pelos adversários. É hora de lamber as feridas. O partido errou e tem que compreender que a reação foi a redução drástica de sua votação". O petista reconhece que o partido contribuiu para a "monstruosa onda antipetista que se disseminou no país", mas, a exemplo de outros petistas, se nega a enxergar a realidade: o PT já morreu e será sepultado logo após as eleições de 2018, quando terminar o mandato de seus governadores, senadores, deputados federais e estaduais, e não conseguir eleger novos nomes. Até lá, o partido vai apenas se tornar um cadáver mais fétido e insuportável.
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