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O naufrágio do PT. Sem presidente, com 400 prefeituras a menos, diretórios tentam evitar despejo de suas sedes


O saldo das sucessivas derrotas do PT desde o impeachment de Dilma, passando pela prisão de seus principais líderes, os risco de prisão de Lula e a derrota nas urnas nas eleições municipais ainda não foi fechado. No balanço, a perda de receitas começa a gerar os primeiros impactos.

Com a perda de 400 prefeituras e de importantes cargos no Governo Federal, o partido perdeu cerca de 84% de sua arrecadação com as contribuições partidárias. Em todo o país, mais de 50 mil filiados do partido serão desligados de seus cargos comissionados. Junte-se a isso o impacto sofrido com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que resultou na demissão de mais de 10 mil ocupantes de cargos comissionados demitidos por Temer, a situação do caixa do partido tornou-se crítica.

Após tantas derrotas, o PT caiu de terceiro para décimo lugar em números de prefeituras no país e deixou de ser um grande partido. Isso tudo sem contar a perda também de milhares de vereadores. As consequências da tragédia, embora ainda não sejam totalmente conhecidas, já revelam os primeiros resultados. Com medo de ações de despejo, diretórios do partido em todo o país estão se mudando para sedes modestas, com aluguel mais barato. Parece que o jogo virou para aqueles que pretendiam construir uma sede de mais de R$ 100 milhões em parceria com a OAS e Odebrecht.

Os bilhões desviados ao longo dos últimos treze anos parecem ter evaporado. Boa parte do dinheiro do partido está sendo gasta com os advogados de Lula, que fazem um esforço enorme para adiar sua prisão.
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