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O desespero de Paulo Okamotto, o presidente do Instituto Lula que ajudou o ex-presidente a roubar objetos do acervo da Presidência


O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto,  está desesperado com a proximidade de sua possível prisão por ter ajudado o ex-presidente Lula a roubar centenas de objetos do acervo da Presidência da República.

Okamotto, que cometeu uma série de crimes para acobertar o assalto ao acervo público, pediu que o juiz federal Sergio Fernando Moro mude “interpretação equivocada” de que haveria indícios de crimes em denúncia contra ele e o ex-presidente . “Sejamos francos, é preciso que V. Exa. também supere a imagem mental já construída sobre os fatos (...) tendo em vista as decisões proferidas em medidas cautelares”, diz defesa prévia protocolada nesta sexta-feira (21/10).

O documento, assinado pelo advogado Fernando Fernandes, critica a acusação de que Okamotto praticou lavagem de dinheiro ao supostamente ter dissimulado a origem de recursos para manter o acervo do ex-presidente. Segundo o criminalista, a denúncia “mistura fatos reais com meras conjecturas. Ele diz que o cliente teve apoio da empreiteira OAS para manter presentes que Lula ganhou, mas não faz sentido relacionar o procedimento com irregularidades na Petrobras.

A OAS era dirigida pelo amigo do ex-presidente Lula, Léo Pinheiro, que já confessou na Lava Jato que os favores ao ex-presidente eram contrapartidas aos contratos superfaturados que sua empreiteira obteve junto a Petrobras. Okamotto praticou uma série de crimes e é cúmplice de Lula e de Léo Pinheiro no episódio do assalto ao patrimônio público.

Na ocasião em que retirou os objetos do acervo da presidência, Okamotto fez uma declaração afirmando que a carga continha móveis e equipamentos de escritório. Lula afirmou se tratar de "tranqueiras", mas a Lava Jato descobriu um cofre gigantesco no Banco do Brasil repleto de jóias de ouro, obras de arte e outros objetos valiosíssimos. O valor do objetos pode superar os R$ 30 milhões, segundo especialistas do mercado.

Esta "imagem mental" está muito clara na cabeça dos procuradores do Ministério Público Federal, MPF, do juiz Sérgio Moro e de toda a população do país.
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