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No PT, corrupção é negócio de família. Mais em casal de petistas na mira da Lava Jato. Franklin Martins e Mônica Monteiro



Os esquemas de corrupção do PT não se limitaram aos gabinetes, sedes do partido e escritórios de empresários corruptos. A cultura da corrupção do partido também foi levada para dentro da casa de seus membros e envolveu seus familiares.

Depois do ex-presidente Lula e sua esposa, Marisa Letícia, réus na Lava Jato, do casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura, do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel e sua esposa Carolina de Oliveira e do célebre casal formado por Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann, réus no STF, mais um casal de petistas entra no radar da Operação Lava Jato.

Esta semana, a Lava Jato lançou luz sobre os esquemas do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo Lula,  Franklin Martins e de sua esposa, Mônica Monteiro. A suspeita é a de que o casal usava a fachada de produtora de vídeo para fazer lobby para grandes empreiteiras com a ajuda do ex-presidente Lula.

Segundo informou o site O Antagonista, a Cine Group, produtora do casal, contou com patrocínios milionários das empreiteiras da Lava Jato, como a OAS, Odebrecht, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez e contaram até mesmo com incentivos fiscais via Lei Rouanet.

Segundo informou o Antagonista, a força-tarefa da Lava Jato encontrou nos computadores do Instituto Lula várias trocas de emails entre Clara Ant e Mônica Monteiro, mulher de Franklin Martins e dona da Cine Vídeo Produções (hoje Cine Group), que recebeu do BNDES no ano passado R$ 12 milhões. Os investigadores querem saber a natureza dos serviços prestados pelo casal.

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