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MST acaba, após medidas de Temer. Marginais ficam sem a boquinha e os verdadeiros Sem Terra serão beneficiados



O Movimento dos Sem Terra, MST, nos moldes concebidos por Lula e João Pedro Stédile, funcionava como uma organização criminosa que chegou a enviar membros para reinar táticas de guerrilha na Colômbia, junto às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, FARC, a famosa organização terrorista que alimentou um conflito armado nos últimos 50 anos e deixou mais de 220 mil mortos.

O MST funciona como uma máquina de arrecadar dinheiro para manter os privilégios de suas lideranças. A função de "agitadores profissionais" de Stédile e de outros representantes do movimento em todo o país será extinta. O grupo contava com generosas verbas federais para manter seu "exército" de agitadores à serviço dos governos do PT de Lula e Dilma. A última coisa que o MST queria era justamente a reforma agrária.

A tática de Lula e de Stédile para manter um grande número de famílias subservientes era bem simples: jamais entregar aos assentados os títulos de domínio das propriedade. Desta forma, O MST tinha milhares de famílias reféns de suas imposições. O MST contava ainda com o poder de selecionar as famílias que seriam beneficiárias. Desta forma, milhares de pessoas passaram anos atendendo as convocações dos líderes do grupo, como uma forma de chantagem para que pudessem ser "escolhidas" para algum assentamento.

A indecência na condução do movimento pode ser identificada na alegação do MST, de Lula e Stédile para não conceder os títulos de propriedade: impedir que os beneficiários pudessem vender suas terras. Se vão vender as terras, é por que não são agricultores de verdade, mas apenas mercenários à serviço de Lula e do PT.

O problema é que sem os títulos, os verdadeiros agricultores assentados não podem ter acesso a recursos do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf), o que torna inviável qualquer assentamento.

O projeto que Michel Temer está preparando é basicamente um programa de reforma agrária que vai interromper a distribuição de terras e enfraquecer a atuação de movimentos sociais ligados ao PT na política fundiária. A proposta é acelerar a emissão de títulos de domínio das propriedades e transferir às prefeituras a função de identificar assentados aptos a recebê-los.

A medida limita o poder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A organização seleciona as famílias a serem beneficiadas com lotes em novos assentamentos e também aponta aquelas que serão contempladas com o título de domínio. De posse do documento, assentados podem ter acesso a recursos do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) ou vender a propriedade, de acordo com publicação do jornal O Estado de São Paulo.

O programa deve ser lançado no dia 22 deste mês, em Mato Grosso, logo após o presidente voltar de viagem internacional pela Ásia. A meta de Temer é entregar 753.933 títulos até 2018. Segundo levantamento do atual governo, na gestão Fernando Henrique Cardoso foram expedidos 62.196 documentos entre 2000 e 2002. Em 13 anos de governos de Lula e Dilma, foram entregues apenas 22.729 títulos a assentados. Um verdadeiro crime contra os trabalhadores rurais que buscam uma oportunidade de produzir e ajudar o Brasil a crescer através da agricultura familiar, a principal responsável pelo equilíbrio nos preços de produtos agrícolas. Temer pretende concede em apenas 2 anos 34 vezes mais títulos que o PT concedeu em quase catorze anos.

Ao contrário do que fez com o programa Bolsa Família, Temer quer imprimir uma nova marca no programa de reforma agrária, libertando milhares de famílias do jugo de Lula e do MST.
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