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MPF apura financiamento de R$ 2.2 bilhões do BNDES para obra no Porto Mariel, em Cuba.


A notícia de que o ex-presidente Lula se tornou réu pela terceira vez em um inquérito no qual é acusado de ter usado o poder de influência para que a Odebrecht conseguisse empréstimos no BNDES para obras na Angola ocupou as principais manchetes na última semana.

A denúncia do Ministério Público Federal, MPF, foi acolhida pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, que abriu ação penal contra Lula, seu sobrinho Taiguara dos Santos, o empresário Marcelo Odebrecht e mais oito pessoas - todas acusadas de crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção.

Mas esta não foi a única notícia preocupante para o ex-presidente Lula e seus advogados de defesa. Ao denunciar o ex-presidente, o MPF informou à Justiça que existem outras cinco investigações que continuam em andamento envolvendo as suspeitas de crimes contra o sistema financeiro nacional, tráfico de influência, corrupção transnacional e desvio de finalidade. Todas no escopo da mesma investigação sobre os crimes com dinheiro público desviado através de financiamentos via BNDES.

Lula e Raul Castro
Entre as cinco investigações, está um empréstimo de cerca de R$ 2.2 bilhões (US$ 692 milhões) do BNDES à Obebrecht para financiamento de obra no Porto Mariel, em Cuba. A operação financeira envolvendo dinheiro público também é alvo de procedimento investigatório do MPF, que apura as condições da ajuda financeira sem ônus para o país governado pelos ditadores Fidel e Raul Castro, amigos de Lula e Dilma.

Na prática, o MPF sinalizou que, em breve, os desdobramentos destas investigações devem resultar em novos inquéritos contra todos os citados.
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