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Mais problemas para Lula. Lava-Jato mapeia transações suspeitas de 750 milhões de reais de filho de Lula


A Operação Lava Jato já anexou novos laudos ao inquérito contra o ex-presidente Lula relativo  a compra do sítio usado pelo petista em Atibaia. As informações levantadas pelos peritos da Polícia Federal obtidas a partir da quebra de sigilo bancário dos investigados revelam uma intrincada teia de operações financeiras entre empresas registradas em nome de Fábio Luís Lula da Silva, o filho mais velho do petista e de seus sócios.

O inquérito contra o petista é um desdobramento da Operação denominada de Aletheia, a 24ª fase da Operação Lava-Jato, deflagrada no dia 4 de março, deve resultar na próxima denúncia criminal contra o petista. Os dados obtidos através da quebra do sigilo bancário dos investigados servirão para subsidiar as conclusões da PF, que em breve deverá indiciar pela quarta vez o ex-presidente.

Os novos anexos complicam bastante a vida de Lula, que tem encontrado dificuldades para conduzir sua defesa no âmbito jurídico e tem apelado para uma defesa no campo político. Nos laudos anexados pela PF ao inquérito, os peritos concluem que os empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar, sócios do filho de Lula que aparecem como compradores do imóvel não aparecem como responsáveis pelas reforma milionárias realizadas na propriedade. A Lava Jato já sabe que as obras foram pagas por empreiteiras que participaram dos desvios na Petrobras, como a OAS e a Odebrecht.

Além do sítio em Atibaia, os peritos encontraram novos indícios de lavagem de dinheiro relacionadas a outros imóveis usados pela família Lula da Silva. A seguir, algumas das conclusões dos documentos anexados nesta quinta-feira ao inquérito que tramita na Justiça Federal do Paraná.

Um dado assustado obtido pela PF a partir da quebra dos sigilos bancários dos investigados diz respeito a movimentação financeira do filhe de Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, após a chegada de seu pai ao poder.

Lulinha era monitor do zoológico de São Paulo antes de Lula chegar a presidência em 2003, mas conseguiu movimentar 750 milhões de reais entre os anos de 2004  e 2016 nas empresas que tem como sócios  Jonas Suassuna e Fernando Bittar, justamente as duas figuras que aparecem no papel como donos do sítio em Atibaia. Apenas da empresa de telefonia Oi, as empresas de Lulinha faturaram R$ 76 milhões de reais.

Chama atenção que parte significativa dos valores iam direto para as contas de pessoa física de Jonas Suassuna, que recebia os milhões e investia uma parcela do dinheiro em imóveis para usufruto da família Lula da Silva, como o sítio de Atibaia e o apartamento  de luxo ocupado por Lulinha em uma das áreas mais nobres da capital paulista, avaliado em 6 milhões de reais.

Os laudos produzidos pelos peritos da PF e anexados ao inquérito contra o ex-presidente tornam ainda mais difícil a vida de Lula na Lava Jato daqui para frente.
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