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Lula sob suspeita. Defesa do petista alega que vento rompeu lacres da PF do acervo guardado em galpão no ABC


Os advogados do ex-presidente Lula informaram ao juiz Sérgio Moro que os lacres colocados pela Polícia Federal nos objetos que o petista trouxe em 14 contêineres foram arrombados pelo vento e fortes chuvas que atingiram o galpão onde estavam guardados os objetos.

A Polícia Federal descobriu que o ex-presidente Lula contou com cerca de R$ 1.3 milhão da empreiteira OAS para bancar o transporte e armazenagem do 14 contêineres durante 24ª fase da Operação Lava Jato. As caixas foram localizadas em um depósito da empresa Granero. Logo após a operação da PF, o Instituto Lula retirou as caixas do depósito da transportadora e levou tudo para um galpão de propriedade do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo. No contrato de aluguel, consta “que a natureza do acervo, quantidade e destinação são de responsabilidade do instituto, locatário do espaço”.

A Polícia Federal visitou o local e, atendendo a determinação do juiz Sérgio Moro, lacrou todo o acervo armazenado no local, situado na Travessa Monteiro Lobato, Centro de São Bernardo. A suspeita das autoridades era a de que dentre os pertences do ex-presidente estariam outros objetos pertencentes ao patrimônio da União retirados de forma irregular dos Palácios do Planalto e Alvorada.

Segundo informou a defesa do petista ao juiz Sérgio Moro nesta segunda-feria. 24, o local foi atingido pelas fortes chuvas da última semana na região metropolitana e os ventos arrombaram os lacres colocados pela Polícia Federal.

O ex-presidente é réu em um inquérito na Lava Jato justamente em decorrência das investigações relacionadas aos fatos que foram revelados no curso da 24ª da Operação.
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