\imprensa Viva
.

Lula, PT e empreiteiras combinaram obras que o povo não precisa, inclusive no exterior, apenas para roubar o povo


Os métodos tradicionais adotados por políticos para desviar dinheiro público passaram por profundas transformações durante os governos de Lula e Dilma. Antes as propinas eram decorrentes dos superfaturamentos em obras necessárias, como estradas, escolas e hospitais.

Mas para o PT, isso era pouco. Era preciso inventar obras, de preferência bilionárias, de modo a acelerar o processo de desvios de valores cada vez mais absurdos. O meio para alcançar tais objetivos foi ampliar a "parceria" com empreiteiras, que passaram a apresentar projetos cada vez maus vultuosos, inclusive no exterior, onde ficaria mais difícil para os órgãos competentes fiscalizarem o uso do dinheiro público.

Para mascarar ainda mais a roubalheira, os governos do PT decretaram sigilo de décadas sobre os empréstimos e financiamentos de obras feitos pelo BNDES com dinheiro público no exterior. No total, o PT torrou mais de R$ 500 bilhões do dinheiro do contribuinte com obras no exterior e quase a mesma soma em obras abandonadas.

Clique na imagem para ampliá-la
Com esta política arrojada de inventar obras para desviar dinheiro público e distribuir propinas, o total de repasses do Tesouro ao BNDES saltou de R$ 9,9 bilhões — 0,4% do PIB — para R$ 440 bilhões — 8,5% do PIB.

O problema é que essa matriz, já ruim, foi alterada para pior a partir de 2009.  Se antes o BNDES se financiava exclusivamente via impostos, agora ele passou a se financiar também via endividamento do Tesouro, o que significa que ele se financia via inflação monetária.

Funciona assim: como o BNDES não tinha todo o dinheiro que o governo queria destinar a seus empresários favoritos — como o multifacetado Senhor X —, o Tesouro começou a emitir títulos da dívida com o intuito de arrecadar esse dinheiro para complementar os empréstimos.

Como se não bastasse, o PT aparelhou a máquina pública com mais de 100 mil militantes e criou 43 estatais em 13 anos de governo. Todas inúteis e dispensáveis. As operações das 28 estatais não-financeiras criadas na gestão petista geraram, somadas, um prejuízo de R$ 8 bilhões, de acordo com o estudo Brasil Real. Além dos prejuízos, vieram os gastos com pagamento de salários dos ocupantes de cargos nestas mesmas 28 empresas, gerando uma despesa de  R$ 5,4 bilhões.

Esse modelo criminoso de gestão pública teve um alto custo social e o Brasil herdou enormes desafios econômicos e sociais a serem enfrentados – basta citar saúde, educação e saneamento básico, enquanto na outra ponta, o PT torrou energias e recursos preciosos em atividades inúteis para o povo, mas bastante úteis para o partido.

Em todos os casos, o PT roubou e roubou muito. Tanto na política de conceber obras bilionárias em parceria com empreiteiros criminosos, quanto no aparelhamento da máquina pública quanto na criação de tantas estatais. Os empreiteiros pagavam propinas e os militantes contemplados com cargos pagavam a "contribuição partidária". O ex-presidente Além de financiar as campanhas do PT com dinheiro desviado do contribuinte, o ex-presidente Lula gasta até hoje milhões com seus advogados caros e suas viagens de jatinho graças a toda esta roubalheira.

Apenas nos casos dos desvios via BNDES, o ex-presidente Lula deve se tornar alvo de mais cinco denúncias do Ministério Público Federal. Ele já se tornou réu em um inquérito por desvios no banco público, acusado pelos crimes de Organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, corrupção passiva. Leia AQUI
_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget