\imprensa Viva
.

Lula, o sem vergonha que não se cansa de surpreender o país com novas falcatruas. Tudo sobre sua segunda cobertura


No dia 04 de março deste ano, agentes federais chegaram nas primeiras horas do dia no edifício Green Hill, em São Bernardo do Campo, para cumprirem mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva contra o ex-presidente Lula, no âmbito da 24ª Operação da Lava Jato batizada de Aletheia, um nome que para os antigos gregos, designava verdade e realidade, simultaneamente. “E conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará.

Na ocasião, diversos artistas, aliados do ex-presidente e jornalistas de aluguel condenaram a ação da Polícia Federal, que cumpria determinações do juiz federal Sérgio Moro. O magistrado foi acusado de agir de forma intempestiva contra uma das maiores autoridades do país. Diziam que nada daquilo era necessário, mesmo cientes que o ex-presidente andava se esquivando dos oficiais de justiça que tentaram diversas vezes lhe entregar intimações para depor.

As surpresas começaram logo que os agentes chegaram na portaria do edifício Green Hill. Logo de cara, foram informados pelo porteiro que a família de Lula tinha duas coberturas no mesmo edifício. Ao chegarem ao local, foram recebidos pelo próprio Lula e sua esposa, dona Marisa Letícia, que confirmou que a família usava a outra cobertura para guardar alguns objeto.

Enquanto Lula era levado para prestar depoimento numa delegacia da PF, os agentes cumpriram os mandados de busca e apreensão nas duas unidades ocupadas pela família Lula da Silva. Os resultados foram bastante proveitosos.

Nesta ocasião, foram encontrados diversos documentos comprometedores, como um uma minuta de contrato de compra de sítio de Atibaia, documentos relativos ao um terreno onde seria construído um prédio para a nova sede do Instituto Lula e outras provas que comprometem o ex-presidente e sua esposa em crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e ocultação de patrimônio.

Ao dar prosseguimento as investigações, a Polícia Federal descobriu que o dono no papel da segunda cobertura usada pela família Lula da Silva era Glaucos da Costamarques, primo do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula preso em Curitiba.

Mais adiante a PF descobriu que Glaucos da Costamarques recebeu em 20 de dezembro de 2010 R$ 800 mil da DAG Construtora, investigada por ser usada pela Odebrecht para negócios ilícitos. Era justamente o últimos mês de mandato de Lula na presidência e no mês seguinte, Glaucos comprou o imóvel que passou a alugar formalmente para o ex-presidente.

A DAG Construtora, a empresa baiana que repassou o dinheiro para o primo de Bumlai pertence a Demerval Gusmão, amigo de Marcelo Odebrecht, o mesmo que admitiu que repassava propinas ao ex-presidente de forma dissimulada. A DAG também foi usada pela Odebrecht para bancar despesas de avião usado por Lula em 2013, numa viagem a Estados Unidos, Cuba e República Dominicana. O voo custou R$ 435 mil e foi classificado pela Líder Táxi Aéreo, responsável pela viagem, como “sigiloso”.

Apesar das evidências, o ex-presidente Lula desafia a sociedade afirmando que é honesto e exige que provem que ele tem alguma coisa a ver com tudo o que foi narrado acima. Lula, mesmo sendo o beneficiário da segunda cobertura do Edifício Green Hill, do triplex no Guarujá, do sítio em Atibaia, de todas as reformas milionárias feitas nos referidos imóveis, diz que não tem nada a ver com isso tudo e exige provas. Está certo. Mesmo sendo um grande sem vergonha, descarado e mentiroso, Lula tem o direito de exigir provas.

Para boa parte da população, sobretudo para as pessoas de bom senso e honestas, não há necessidade das provas que Lula exige. O problema é que nem ele nem seus advogados sabem que tipo de provas o pessoal da Lava Jato tem sobre estes casos.
_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget