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Lula foi "desconvidado" em vários eventos internacionais por seu envolvimento em organização criminosa


Um dos segredos mantidos a sete chaves no Instituto Lula diz respeito aos vários cancelamentos de eventos na agenda do ex-presidente ocorridos nos últimos meses. A sequência devastadora de denúncias criminais contra Lula fez com que o petista perdesse definitivamente o tão propalado prestígio internacional que ostentava antes de se tornar manchete nas páginas policiais dos principais jornais do Brasil e do mundo.

A revelação de seu envolvimento em uma organização criminosa fez com que diversas entidades internacionais, incluindo pequenas prefeituras, sindicatos e instituições de ensino cancelassem convites feitos ao petista para congressos e eventos comemorativos. Nos últimos meses, o ex-presidente já teve praticamente todas as suas participações canceladas ao redor do mundo e no Brasil. Lula tinha eventos agendados até 2018 em países como Itália, Espanha, Argentina e Estados Unidos.

O impacto da Operação Lava Jato na credibilidade do ex-presidente é irreversível, segundo analistas estrangeiros. Uma pessoa que é apontada como beneficiária de esquemas de corrupção e envolvimento em organizações criminosas, como é o caso do esquema montado por Lula na Petrobrás, é o tipo de coisa que destrói a reputação de qualquer líder e inibe qualquer iniciativa de associação por parte de líderes empresarias, políticos, empresas e entidades. Já um sujeito condenado por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro é completamente banido no mundo político e empresarial internacional.

No caso de Lula, ele ainda foi flagrado com R$ 9.6 milhões em propinas escondidos em suas contas. Sob o ponto de vista da moralidade, isto é inadmissível. No japão, um ministro já perdeu o cargo por causa de uma meia furada.

O fato é que Lula não é mais bem vindo em congressos, feiras internacionais e reuniões setoriais não apenas por ter deixado de representar coisas positivas, mas também pelo risco de ser hostilizado em locais de grande circulação de pessoas, avalia o chefe de um dos maiores centros de eventos da cidade de Hannover, na Alemanha. Este tipo de público também contribui negativamente para qualquer evento coberto pela imprensa.

A situação do petista perante a comunidade internacional só tem piorado nos últimos dias. Chefes de Estado no mundo todo já ordenaram que seus assessores se livrem de todas as fotos e registros onde aparecem ao lado do ex-presidente brasileiro. Segundo um dos maiores especialistas em marketing político da Europa, "ninguém que ter sua imagem associada à de alguém que se tornou réu tantos inquéritos, que já foi condenado e que corre o risco de ser preso a qualquer momento. Nem pessoas nem empresas".

Na última semana, o Instituto Lula informou que o ex-presidente "desistiu" de uma viagem internacional que faria nos próximos meses e escalou a ex-presidente Dilma para ir em seu lugar. Dilma também não quis ir. Os dois passaram pelo vexame de tentar agendar um encontro com o ex-presidente Barack Obama no mês passado em São Paulo, por ocasião de uma palestra do ex-chefe de Estado patrocinada pelo Santander. Obama, por meio de sua assessoria, simplesmente ignorou os pedidos dos dirigentes petistas e foi embora do país sem sequer ligar para Lula.

Enquanto isso, os meios de comunicação do país, saudosos da farra com dinheiro do contribuinte durante a era PT, ainda trata Lula, um criminoso condenado, como candidato à Presidência da República.

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