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Lula é um caso perdido. Os R$ 8 milhões das planilhas da Odebrecht viraram R$ 23, segundo memorandos internos da empreiteira


A cada dia que se passa, novos fatos são revelados sobre a conduta do ex-presidente Lula nos bastidores do poder. A Polícia Federal investiga agora novos indícios sobre os repasses de propina para para o petista a partir de memorandos internos da Odebrecht. Os investigadores querem concluir quais teriam sido as vantagens que o grupo recebeu para contrapartidas que totalizaria R$ 23 milhões em créditos de propinas para Lula.

Faz parte do trabalho investigativo relacionar as provas obtidas, depoimentos e indícios de repasses de comissões por parte da empreiteira ao ex-presidente e outros investigados. Apesar de participarem de um acordo de delação, os investigadores entendem que o executivo Marcelo Odebrecht e mais de 50 executivos da empresa que acertaram os últimos detalhes do acordo de delação premiada, existe a necessidade de corroborar seus depoimentos.

Embora os procuradores tenham ciência de que a delação premiada dos executivos do grupo tenha o potencial para ser o mais arrasador da Operação Lava Jato, as investigações continuam. Documentos em poder da PF já acrescentam uma preocupação ao petista sobre as revelações de dirigentes da maior empreiteira do País. Relatório da Polícia Federal que indiciou o ex-ministro Antonio Palocci apontou a suspeita de que a Odebrecht pagou R$ 8 milhões de propina a Lula, identificado pelo codinome “amigo” nos memorandos internos da Odebrecht.

Mas para a PF, a perseguição por novos fatos é uma constante. Os agentes descobriram que o montante repassado a Lula, no entanto, seria muito maior. As planilhas às quais ISTOÉ teve acesso mostram que o saldo a receber do “amigo” totalizaria R$ 23 milhões. Agora, a PF investiga se, além dos R$ 8 milhões, Lula também teria sido agraciado com os R$ 15 milhões restantes e a troco de quê.

Enquanto o petista aparece como o “amigo”  nas planilhas da empreiteira, alguns executivos antigos afirma que Lula era praticamente um empregado de Emilio e Marcelo Odebrecht. Segundo relatos, Lula costumava dar prioridade máxima para atender a qualquer espirro dos reis do cartel de empreiteiras que prosperaram graças à subserviência do ex-presidente, que se dispôs a colocar a Petrobras e o BNDES a serviço dos interesses do grupo.
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