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Lula e petistas não são diferentes de ladrões vulgares. Se julgam "merecedores" de "extras", além do que foi pactuado com a sociedade


O ladrão é um tipo de indivíduo que está presente em praticamente todos os segmentos da sociedade, e não apenas nos presídios ou foragidos da justiça. A desonestidade é de fato uma envergadura da moralidade e da ética. Pessoas imorais e corruptas costuma distorcer tais conceitos para justificar sua baixa estatura moral, sua falta de princípios e o ímpeto de levar vantagens, subjugando os conceitos de igualdade, de mérito e de dignidade.

São pessoas que não se furtam de qualquer oportunidade de se locupletarem e perseguem posições que lhes permitam roubar. Existem ladrões em empresas e são vários fatores que os levam a roubar seus empregadores, como o ódio, a inveja, a insatisfação com o que recebem, a alegação que fazem mais do que deveriam e a mais clássica de todas: eles também roubam e sonegam.

Os representantes da maior parte da esquerda brasileira também possuem suas 'mágoas' contra o sistema. Muitos acreditam que o país lhes deve alguma coisa, que o Estado lhes deve algo e se sentem no direito de roubar os cofres públicos como uma forma de "compensação" por terem lutado pela democracia. Mentira. A esquerda queria implantar no país uma ditadura do proletariado, nos moldes do regime cubano.

A ex-presidente Dilma certa vez alegou que ela tinha direito de usufruir ao máximo das benesses do Estado por ter sido uma guerrilheira que "lutou pela democracia". Dilma e seu grupo não lutaram pela democracia no Brasil, mas sim pela implantação de um regime comunista. Ainda assim, Dilma se sentia no direito de usar e abusar das regalias quando chegou ao poder.

Este sentimento de que "é tudo nosso" é comum na esquerda e foi vivenciado durante os treze anos em que estiveram no comando do país. Eles se sentiam no direito de tirar pequenas "lasquinhas" aqui e ali para "compensar" os dias de penúria e miséria. Um bando de mortos de fome, sem nenhum discernimento entre o público e o privado. Lula chegou a roubar objetos de ouro e escondeu em um cofre do Banco do Brasil.

A troca de presentes entre chefe de Estado é uma tradição milenar. Os presentes não foram dados à Lula, mas ao Brasil. O ladrão sabe muito bem disso, pois os presentes que deu em troca aos chefes de Estado que visitou  ou recebeu foram comprados com dinheiro do contribuinte. Lula não deu uma banana em troca de uma coroa de ouro cravejada de diamantes. Lula levou obras de arte e objetos valiosíssimos comprados com o dinheiro do povo.

Sob a justificativa de roubar para financiar um plano de poder duradouro do PT, praticamente todos os membros do partido, seus parentes e amigos ficaram milionários. O esforço para saquear a Petrobras, O BNDES, os fundos de pensão e até os aposentados e servidores, foi compartilhado por praticamente todos os membros do partido.

Agora, como qualquer ladrão, os membros do PT levaram uma "justa causa" dos seus patrões, o povo, e muitos devem fazer companhia aos outros ladrões já presos em Curitiba. Lula é o próximo.
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