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Dilma, Lula e o PT nunca criaram um programa voltado exclusivamente para crianças. Elas não votam


Durante quase catorze anos de governos do PT, o Estado Brasileiro praticamente virou as costas para as crianças do país, sobretudo aquelas em situação de risco. Havia um entendimento nos governos petistas de que os programas sociais deveriam atender a interesses eleitorais com vistas a assegurar um projeto de poder duradouro. O problema é que o ambicioso projeto de poder do PT tinha pernas curtas e não contemplava as necessidades da sociedade a longo prazo.

Durante todo este período, crianças em situação de risco no país foram abandonadas, assim como as políticas públicas voltadas para a educação. Uma das condicionantes mais importantes para a concessão de benefícios sociais do governo anterior ao PT era justamente a exigência de uma contrapartida para que os beneficiários pudessem se qualificar para receber os benefícios: a obrigatoriedade de manter seus filhos na escola. Até mesmo esta exigência foi banida pelos governos do PT.

Em 2007, o governo ensaiou uma tímida iniciativa com o projeto “Bem me Quer”, que tinha previsão de uma verba exígua de R$ 167 milhões, mas mesmo assim, não prosperou por falta de 'retorno de votos'.

Num país com mais de 60 milhões de crianças entre zero e 15 anos, os governos de Lula e Dilma falharam feio em uma das áreas mais sensíveis em qualquer sociedade.

O governo Temer deu o pontapé naquele que pode ser considerado um dos programas mais importantes de sua gestão. E seu primeiro discurso como embaixadora do Programa Criança Feliz, a primeira-dama Marcela Temer afirmou que os cuidados a serem dirigidos às crianças brasileiras serão importantes para o desenvolvimento do país, e que atuará de forma a mobilizar grupos com o objetivo de melhorar a vida das pessoas. Com orçamento inicial de R$ 300 milhões, o Criança Feliz foi criado pelo Ministério do Desenvolvimento Social Agrário (MDS), tendo como foco o desenvolvimento integral da criança.

Entre os seus objetivos está o de apoiar e acompanhar o desenvolvimento infantil na primeira infância até os 3 anos. No caso de crianças em situação de vulnerabilidade ou de necessidades especiais, esse apoio poderá se estender até os 6 anos de idade. O Criança Feliz ajudará também as mães e a família na preparação para o nascimento da criança, ainda na fase de gestação, e, posteriormente, com o desenvolvimento de atividades lúdicas envolvendo outros membros da família.

“Cada brasileiro, desde a gestação, importa para o desenvolvimento do Brasil. Meu trabalho será voluntário para sensibilizar e mobilizar setores da sociedade em torno de ações que possam garantir a melhoria na vida das pessoas”, disse Marcela Temer durante a cerimônia de lançamento do programa. Segundo ela, a bandeira mais relevante do Criança Feliz está voltada aos cuidados e ao estímulo ao desenvolvimento da criança durante a primeira infância, "o momento mais importante para o desenvolvimento das habilidades humanas".

“O que nós mães percebemos instintivamente tem sido comprovado pela ciência: nós influenciamos a crianças nos seus primeiros anos de vida. Cercada de carinho, uma criança terá mais possibilidade de aprendizado quando chegar à escola e será um adolescente mais preparado para a vida”, acrescentou.

Embora os recursos iniciais destinados ao programa tenham sido baixos, o governo deve ampliar a iniciativa, na medida em que o alcance do projeto se estenda para todo o país. A previsão de investimentos em 2018 deve alcançar a cifra de R$ 1.8 bilhão, cinco vezes maios que que o orçamento previsto para 2017, quando mais de 600 mil crianças foram beneficiadas.
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