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Dilma deve se tornar alvo de vários inquéritos na Lava Jato após revelações de delatores no TSE


A ex-presidente Dilma Rousseff tem um futuro sombrio pela frente na Justiça. A petista figura como a principal beneficiária de uma série de manobras envolvendo dinheiro roubado da Petrobras relatadas por delatores no Tribunal Superior Eleitoral, TSE, esta semana.

Sua ligação com os envolvidos nos desvios se dá justamente através de seu elo com a publicitária Mônica Moura, responsável pelas finanças de seu marido João Santana, publicitários responsável palas campanhas de Dilma em 2010 e 2014.

Mônica era amiga de Dilma e livre tinha acesso ao gabinete da Presidência no Palácio do Planalto e no Palácio da Alvorada, a residência oficial da Presidência. Foi a publicitária que negociou diretamente com Dilma os acertos referentes a campanha de 2010 que ficaram pendentes. O pagamento das dívidas era uma condição para que o casal assumisse a campanha de 2014.

Em sua delação da Lava Jato, Mônica Moura confirmou que foi um sacrifício conseguir receber os valores que ficaram pendentes relativos a campanha de Dilma em 2010 e que só concordou em receber propinas no exterior para não ficar no prejuízo.

O empresário Ricardo Pessoa, dono da UTC, confirmou no TSE que pagou 24 milhões de reais a João Vaccari Neto, dos quais 3,9 milhōes via caixa dois. Segundo o delator, “O Edinho Silva me deu a conta da campanha presidencial de Dilma Rousseff." Edinho Silva era o tesoureiro de campanha de Dilma em 2014.

Eduardo Leite, ex-vice-presidente da Camargo Corrêa, confirmou em  seu depoimento ao TSE, que a empreiteira pagou  53 milhões de reais para o PT relativos a campanha de 2014.

No depoimento de Flávio David Barra, da Andrade Gutierrez, ao TSE, o executivo também confirmou repasses para o ex-tesoureiro do PT,  João Vaccari, relativos a contrato da Usina Nuclear Angra III.

Em outro depoimento, lobista Zwi Skornicki confirmou ter repassado U$ 4.5 milhões para os responsáveis pela campanha de Dilma em contas no exterior. A publicitária Mônica Moura o procurou a mando do PT e o dinheiro era referente a dívidas de campanhas de Dilma.

Relatórios da força-tarefa da Operação Lava-Jato revelam que Zwi Skornicki pode ter tido uma participação bem maior nos esquemas de corrupção em contratos com a Petrobras durante o governo Dilma. Em mensagens eletrônicas identificadas pelos investigadores da Lava Jato,  Zwi preparou uma recepção para a ex-presidente Dilma em Angra dos Reis, negociou a construção de plataformas da Petrobras e foi convidado a participar de licitações fraudulentas na estatal.

Dilma está no meio de todos os eventos envolvendo desvios bilionários da Petrobras e figura como beneficiária de todo o esquema de propinas que serviu para financiar suas campanhas. Com o tempo, novas delações e novos desdobramentos das investigações podem atingir a petista em cheio. 
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