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Classe artística deve desculpas ao povo por defender bandidos como Lula e Dilma


As revelações da Operação Lava Jato culminaram numa série de desdobramentos para a classe política no Brasil e conseguiu operar mudanças significativas na sociedade e na cultura do combate à corrupção.

Mas os desdobramentos da Lava Jato foram além e desencadearam a queda do governo corrupto do PT, a prisão de vários integrantes dos governos de Lula e Dilma, além de ministros, tesoureiros do partido, diretores de estatais e empreiteiros que participaram do maior esquema de corrupção de que se tem notícia na história da humanidade.

Além das profundas transformações no cenário político que ainda estão em curso, a revolução da Lava Jato também revelou as faces daqueles que estavam bem acomodados no sistema corrupto que o PT implantou no país há mais de treze anos: a classe artística.

Boa parte dos ícones da música e da dramaturgia do país se ergueu contra o juiz Sérgio Moro, a Lava Jato e as mudanças tão sonhadas alcançadas pela sociedade. Ficaram do lado dos corruptos, dos bandidos como José Dirceu, Lula e Dilma, a presidente conivente que quase faliu o país e foi expulsa do poder pela força das ruas.

Embora estejam escondidos agora, quando o país começa a se recuperar e quando novos escândalos envolvendo seus ídolos são revelados, boa parte da classe artística brasileira fez barulho para impor seus privilégios durante a era PT.

Os artistas coniventes com a corrupção petista ocuparam as redes sociais, os jornais e revistas para denunciar um suposto “golpe” no Brasil, ignorando por pura má fé que todo o processo foi acompanhado pelas instituições brasileiras, seguindo as leis e a constituição. Fingiram ignorar que Dilma teve amplo direito de defesa e que não conseguiu convencer o Congresso eleito pelo povo de sua inocência ou competência para gerir o pais após a crise que ela mesma criou. Os artista denegriram a imagem do Brasil no exterior, numa tentativa irresponsável de ampliar a crise política e econômica instalada no país.

Os artistas tentaram justificar suas escolhas com argumentos frágeis, enquanto fingiram ignorar o aumento da riqueza dos 10% mais ricos e o endividamento dos 90% mais pobres. Tentaram ignorar a estrutura criminosa montada junto às maiores empreiteiras do país para assaltar os cofres públicos, que deveriam financiar saúde e educação, mas que bancaram a mais inchada máquina estatal de todos os tempos para acomodar interesses escusos.

Fecharam os olhos para  o assalto cometido nos fundos de pensão, que comprometeu o futuro de milhões de brasileiros. Fizeram vistas grossas para a sangria no BNDES e ao desmatamento bancado por dinheiro público para o crescimento de uma empresa envolvida em uma série de esquemas de corrupção, como a Friboi.

Nenhum dos artistas de esquerda que defenderam a roubalheira do PT jamais fez uma manifestação contra o caos na saúde, na educação ou sobre a violência que massacra os pobres, mas defenderam que os R$ 15 bilhões gastos com a Lei Rouanet foram bem investidos.

O Brasil começa a sair da crise herdada pelos governos corruptos do PT de Lula e Dilma. Seus crimes estão sendo aos poucos revelados ao povo. Em breve, muitos daqueles que os artistas defenderam e trataram como heróis estarão presos em uma cela em Curitiba.


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