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Boulos se reuniu em segredo com ministros do governo Temer para pedir arrego e implorou para não ser fotografado


O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Boulos Guilherme, aquele que chama o presidente Temer de golpista e afirma nos palanques que o governo é ilegítimo, se reuniu nesta semana com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha e com o com outro ministro das Cidades, o tucano Bruno Araújo.

Após se gabar que não iria negociar com os "golpistas",  Boulos  causou surpresa nos funcionários do quarto andar do Palácio do Planalto, quando pediu ao cerimonial do ministro que não fosse feito registro fotográfico ou filmagem da reunião, o que foi respeitado pela equipe palaciana.

Boulos foi com o pires na mão. Após ameaçar comprometer a estabilidade do governo com manifestações e invasões, incluindo a adoção de táticas terroristas, o ativista levou um contragolpe onde mais dói em qualquer organização: o caixa.

Os repasses ao grupo foram suspensos após uma recomendação do Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo ao Ministério das Cidades. O MPF pede a anulação de trechos de uma portaria para seleção de beneficiários do Minha Casa Minha Vida Entidades. Para o MPF, movimentos sociais estariam agindo de forma “política” e “ilegal” ao selecionar pessoas contempladas com empreendimentos do programa.

Sem esta prerrogativa, o MTST morre e Boulos perde a boquinha. Acuado, o ativista solicitou uma reunião com os ministros do governo Temer. Na pauta da reunião secreta, a negociação envolveu justamente a liberação de moradias do Minha Casa Minha Vida para entidades engajadas em atividades de movimentos por moradia. Esse tipo de convênio foi suspenso pelo governo Temer.

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