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Acuado se sem moral, Renan quer perseguir juízes e procuradores para assegurar sua impunidade. O corrupto cai atirando


Os dias estão contados para  presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), após ter comprado briga com os magistrados da primeira instância e o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, prometeu julgar um dos 11 inquéritos contra o senador no Supremo já no próximo dia 3 de novembro. Caso se torne réu, Renan terá que deixar o cargo de presidente do Senado.

O velho corrupto das Alagoas sabe que vai cair, mas quer cair atirando. Desesperado com as consequências que terá de enfrentar pelo resto de seus dias de vida, Renan anunciou um pacote de ações jurídicas em resposta à ação da Polícia Federal, que prendeu quatro policiais legislativos do Senado na sexta-feira passada. Além disso, Renan também quer priorizar uma PEC que corta benefícios para membros do Ministério Público e juízes.

Na Justiça, serão três ações. Renan usou o Senado para legislar em causa própria e a Casa ingressou nesta quarta-feira, 26, com uma arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) relativa à ação da Polícia Federal. Na quinta-feira, 27, o órgão vai protocolar também uma reclamação. Renan também orientou a Advocacia do Senado para entrar com uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz Vallisney de Souza Oliveira, que autorizou a ação da Polícia Federal.

Em outra frente, Renan também recomendou que os diretores da Polícia Legislativa ingressem no STF com pedido de habeas corpus preventivo.

Fim de aposentadoria-prêmio. Dando sequência a sua escalada contra o Judiciário e o Ministério Público, Renan recomendou que a Câmara priorize a PEC 89/2003, que põe fim à aposentadoria compulsória para juízes e promotores que cometerem crimes e forem condenados judicialmente, a chamada "aposentadoria-prêmio".

O texto foi aprovado no Senado em 2013, mas se encontra adormecido na Câmara. "Acho que mais do que as Medidas Contra a Corrupção, temos de priorizar essa PEC, que dizima a aposentadoria como um prêmio", disse Renan. Ele quer que a votação aconteça ainda neste ano.

Renan aposta ainda todas as suas fichas na aprovação da PL 280, que trata da lei de abuso de autoridade. O projeto é uma forma de proteger as organizações criminosas, criminalizando policiais e procuradores no exercício de suas atividades.

Renan usa seu cargo para se blindar de todas as formas e teme que a prisão dos agentes da Polícia do Senado possa lhe causar mais transtornos num futuro próximo. Desesperado, o peemedebista tenta se incorporar do papel de "entidade" sagrada para criar uma suposta crise institucional entre os poderes. O problema é que Renan já é visto como um homem sem moral que tem como destino certo a prisão. Ele já não representa os anseios das instituições do país e de seu povo. 
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