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Trama de Renan e Lewandowski para poupar Dilma não dura um mês. Carmen Lúcia vem ai

Dilma e Renan no dia da votação do impeachment no Senado. 31 de Agosto

A trama inconstitucional  suja envolvendo o presidente do  Supremo Tribunal Federal, STF, Ricardo Lewandowski e o presidente Senado Renan Calheiros que permitiu à ex-presidente Dilma Rousseff voltar a exercer funções públicas, está com os dias contados.

A partir de 12 de setembro, quem assume a presidência do STF é a ministra Carmem Lúcia, no lugar de Lewandowski. Caberá à nova presidente da Corte definir como proceder diante da enxurrada de ações que estão sendo encaminhadas ao Supremo por diversas entidades, partidos e cidadão contestando a decisão arbitrária que preservou os direitos políticos de Dilma.

O governo Temer já havia determinado que seus aliados fizessem de tudo para barrar um projeto no Senado que assegura o aumento do teto salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal, STF. Por razões óbvias, Renan Calheiros se manifestou contrário à disposição de Temer. O presidente do Senado é alvo de mais de dez inquéritos no STF.

Durante o processo de impeachment, Renan teria aproveitado a proximidade com o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, para costurar um acordo com o PT e garantir o apoio ao projeto de aumento salarial para os ministros do Supremo.

Em troca, Lewandowski peitaria os senadores e a constituição para propor a divisão da votação do impeachment em duas partes: uma, pela cassação do mandato de Dilma e a outra, em separado, pela cassação de seus direitos políticos. E assim foi feito:  PT passou a apoiar o aumento no dia seguinte, após Dilma ter garantido o direito inconstitucional de exercer funções pública

O G1 divulgou nesta quinta-feira, 1º, que vários Juristas questionaram a decisão do Senado que permitiu à ex-presidente Dilma Rousseff voltar a exercer funções públicas, mesmo após sua condenação no processo de impeachment.

Apesar de o Senado aprovar, por 61 votos a 20, a perda do mandato, não houve votos suficientes para determinar a inabilitação para ocupar novos cargos públicos pelos próximos 8 anos, punição que a Constituição também prevê nos processos por crime de responsabilidade.

Decano do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Celso de Mello disse que, em seu entendimento, não é possível separar as duas coisas, pois ambas devem ser aplicadas conjuntamente.
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