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Temer rebate baixaria de petistas e sua campanha burra sobre direitos de trabalhadores


O presidente Michel Temer repudiou com certa impaciência a campanha infantil movida pelo PT que tenta atribuir medidas 'idiotas" à seu governo. Temer falou durante a cerimônia de assinatura de portarias com investimento de R$ 1 bilhão em saúde, e afirmou que vai combater pessoalmente as versões caluniosas levantadas por petistas de que seu governo irá retirar direitos trabalhistas.

Demonstrando certa impaciência com a burrice dos petistas, Temer alegou que nenhum governo chega ao poder e é "idiota" de cortar os direitos dos trabalhadores, numa crítica bastante clara sobre sua antecessora. Dilma cortou diversos direitos trabalhistas assim que assumiu seu segundo mandato em 2015.

O presidente logo retomou sua tradicional paciência e explicou didaticamente a origem do rumor explorado pelos petistas nos blogs petistas, nas redes sociais e até mesmo na tribuna do Senado:

 — Bombou na rede social que o Temer está exigindo 12 horas de trabalho por dia. Isso tudo resultou de um encontro do ministro do Trabalho com alguns sindicatos que lá levantaram uma questão, a partir da participação de trabalhadores da enfermagem, que trabalham 12 por 36 horas — disse o presidente. — O que ocorreu foi, em uma mera alocução discursiva, a ideia de, quem sabe, se o trabalhador quiser e por força de uma convenção coletiva, o trabalhador passe a trabalhar apenas 4 dias por semana. Portanto faz 12 horas por dia, já incluídas 4 horas extras, e folga 3 dias. Isso foi o que se conversou, mas não foi o que se divulgou — afirmou.

Temer deu uma cutucada nos petistas e provocou Dilma ao afirmar que nenhum governo é "idiota" de chegar ao poder para cortar direitos dos trabalhadores.

— Convenhamos, é muito desagradável imaginar que um governo seja tão, se me permite a expressão forte, tão estupidificado; tão idiota que chegue ao poder para restringir direito de trabalhadores e acabar com a saúde e a educação. Isso vai pegando e passando de um para outro com o poder extraordinário das redes sociais.


No último dia 8, a declaração do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, de que a reforma poderia formalizar a jornada diária de até 12 horas provocou polêmica. No dia seguinte, o Ministério do Trabalho divulgou uma nota afirmando que não haverá aumento da jornada diária e que a as horas trabalhadas por semana (44 no total) não serão alteradas.

Nas comemorações dos 50 anos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o ministro disse que "nunca se cogitou aumentar" a jornada. Combate Temer diz ser preciso "combater" esse tipo de divulgação, por dividir o país.

— É preciso combatê-los, e eu vou combatê-los. Não vamos permitir que se faça de outra maneira. Não queremos o mal do país. Muito pelo contrário. Desde o começo todos sabem que eu proponho uma tese de pacificação e reunificação nacional.

O presidente pediu ajuda dos parlamentares no combate aos críticos.

— Peço a licença para dizer que isso é inadmissível — disse. — Que os senhores deputados e senadores vão à tribuna e contestem aqueles que possam eventualmente vilipendiar os fatos; reduzi-los e apequená-los, simples e unicamente para dizer que o governo não está preocupado com saúde e educação.

Nesta quarta-feira, 13, o Supremo Tribunal Federal, o STF admitiu proposta sobre a jornada diária de 12 horas para bombeiros civis, seguidas por 36 horas de descanso, num total de 36 horas de trabalho semanais.

Os ministros entenderam que essa jornada especial poderia ser aplicada a determinadas categorias e não seria prejudicial ao trabalhador e nem afrontaria o que estabelece a Constituição.
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