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Sérgio Moro vai condenar Lula por seus crimes. Entenda por que o juiz é o homem certo para a tarefa


Há poucos dias, o Imprensa Livre publicou um artigo que merece ser revisto por aqueles que já leram, ao meso tempo que pode ser muito relevante para os que ainda não leram. A matéria traça um paralelo entre a trajetória de dois personagens centrais da história contemporânea do Brasil: Lula e Sérgio Moro. Acompanhe abaixo a curiosa forma com que os destinos dos dois se cruzam e entenda por que o juiz Sérgio Moro é o homem mais indicado para condenar o ex-presidente Lula:

As histórias sobre a corrupção de Lula e do PT não são propriamente novidades para os brasileiros. Este grupo vem barbarizando a administração pública praticamente desde a fundação do partido, nos anos 80. A desconfiança de setores da sociedade em relação à legenda e ao seu líder máximo sempre esteve baseada em motivos óbvios: a influência ideológica do partido e os exemplos de regimes corruptos e ditadores que costumavam adorar e que mais tarde, seriam contemplados com bilhões do dinheiro dos brasileiros.

Um dos casos mais emblemáticos envolvendo o partido aconteceu no ano de 2002, com o assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel. O petista foi sequestrado e apareceu morto no dia 18 de janeiro daquele ano. As suspeitas de que Lula, José Dirceu e Gilberto Carvalho teriam encomendado seu assassinato para encobrir um gigantesco esquema de desvios de verbas públicas surgiram na mesma época.

As investigações não avançaram devido ao massacre das testemunhas do caso. Além de Celso Daniel, formou-se uma fila imensa de oito cadáveres e poucas respostas.

Naquele mesmo ano, surgiria outro escândalo envolvendo o partido. O caso do Bancoop, a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo, que foi usada para beneficiar o caixa dois do Partido dos Trabalhadores (PT) nos anos de 2002 e 2004 e que deixou mais de três mil famílias literalmente na rua da amargura. O ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi um dos principais envolvidos no escândalo.

Na sequência, um outro escândalo de proporções ainda maiores. Hoje se sabe que o esquema do mensalão, que levou vários petistas para a prisão, ocorreu paralelamente ao esquema do petrolão. A engenharia da corrupção concebida por Lula e pelas maiores mentes criminosas do PT tinha como justificativa comprar o apoio de parlamentares para ampliar a base aliada do governo.

Ao explodir o escândalo, Lula ampliou os esquemas de desvios na Petrobras, distribui diretorias à outros partidos para impedir que se tornasse alvo de um processo de impeachment pelo mensalão. Lula torrou alguns bilhões de reais do contribuinte para salvar a própria pele e, de quebra, ainda livrou seu filho, Fábio Luís Lula da Silva da prisão pelo esquema de corrupção envolvendo sua pequena empresa, a Gamcorp e a empresa de telefonia OI.

Enquanto isso tudo acontecia, os brasileiros acompanham impotentes o desenrolar desta trama grotesca de corrupção, assassinatos e desvios do dinheiro público. Mas alguém acompanhava todos estes acontecimentos de longe. Mais precisamente do Paraná.

O jovem Sérgio Fernando Moro, nascido em Maringá na data de 1º de agosto de 1972 era um dos brasileiros que acompanhava indignado a épica trajetória de corrupção e impunidade do Sr. Luis Inácio Lula da Silva e de seu partido, o PT.

Escritor, professor universitário e finalmente juiz federal brasileiro, Moro foi Graduado em Direito pela Universidade Estadual de Maringá, fez mestrado e doutorado na Universidade Federal do Paraná. Obstinado, cursou o programa de instrução de advogados da Harvard Law School em 1998 e participou de programas de estudos sobre lavagem de dinheiro promovidos pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Especializou-se em crimes financeiros e trabalhou em casos como o escândalo do Banestado, a Operação Farol da Colina e auxiliou a ministra Rosa Weber durante o julgamento do escândalo do Mensalão.

A trajetória de Moro perfez desde então um curso que, por ironia do destino, colocaria novamente Lula e o PT em seu caminho. O magistrado já sabia com quem estava lidando e foi cauteloso em todos os passos que deu desde o início da Operação Lava Jato, em 2014. Moro tinha a "convicção" de que Lula era um criminoso inveterado e seu partido, o PT, uma autêntica organização criminosa que funcionava como uma espécie de universidade do crime.

Em pouco mais de dois anos, Sérgio Moro destruiu o falso mito que Lula levou quase 50 anos para construir. De quebra, o magistrado dizimou o PT, partido que há 36 anos concebeu um dos mais nefastos planos de poder de que sem tem notícia na história do Brasil.

Moro tem hoje em suas celas os mais importantes membros do PT e pessoas que ajudaram Lula e seu partido a promover uma sequência devastadora de crimes ao longo das últimas décadas. O Juiz Federal prendeu os envolvidos no assassinato de Celso Daniel, nos desvios do Bancoop, os cabeças do mensalão e os financiadores do petrolão. Ao final de sua batalha contra a corrupção do PT, Moro está agora bem próximo de cumprir aquela que seria a ultima etapa de sua missão: prender Lula, o grande chefão.

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